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A Pactual Contabilidade

A Pactual Contabilidade é um escritório sediado em Osasco, dedicado a oferecer serviços contábeis, fiscais e trabalhistas para negócios como pet shops, indústrias, área da saúde, e-commerces, bares, restaurantes, além de empresas de pequeno e médio porte e MEIs. Nosso foco é descomplicar a gestão financeira, transformar desafios em oportunidades e apoiar o crescimento dos clientes com soluções personalizadas.
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Uma imagem profissional mostra dois consultores de negócios sentados a uma mesa de escritório moderna, discutindo um relatório fiscal em um notebook. À esquerda, uma mulher ouve atentamente e faz anotações, enquanto à direita, um homem aponta para a tela, explicando gráficos de desempenho. O título na tela destaca "Regularização CNPJ 2026 - Relatório Fiscal". A mesa de madeira contém uma calculadora, planta e documentos. Ao fundo, uma janela exibe uma vista panorâmica da cidade. A imagem transmite profissionalismo e foco

CNPJ com Dívidas na Receita Federal: Como Regularizar a Empresa em 2026?

Ter um CNPJ com dívidas na Receita Federal ou com declarações atrasadas é uma situação mais comum do que muitos empresários imaginam. Impostos não pagos, obrigações acessórias pendentes e irregularidades cadastrais podem comprometer a regularidade fiscal de uma empresa e dificultar a obtenção de certidões negativas. A boa notícia é que, na maioria dos casos, existem procedimentos para identificar e resolver essas pendências. Dependendo da situação, o empresário pode pagar os débitos, solicitar parcelamentos, negociar dívidas inscritas em dívida ativa ou transmitir declarações que não foram entregues. O primeiro passo é entender exatamente o que está irregular. Afinal, uma empresa pode ter dívidas tributárias e continuar com o CNPJ ativo, assim como pode estar com a inscrição inapta por falta de declarações, mesmo que não tenha faturamento. Neste artigo, você vai descobrir como consultar as pendências do seu CNPJ, quais são as alternativas para regularizar a empresa e quando vale a pena contar com o apoio de um contador. O que significa ter um CNPJ com pendências na Receita Federal? Ter pendências no CNPJ significa que existe alguma obrigação fiscal, tributária ou cadastral que precisa ser resolvida perante os órgãos competentes. Essas pendências podem ter origens diferentes e, por isso, precisam ser analisadas individualmente. Entre as situações mais comuns estão: É importante entender que essas situações não são equivalentes. Uma empresa pode estar com a situação cadastral ativa, mas possuir dívidas tributárias. Da mesma forma, pode ter impostos pagos e ainda apresentar declarações em atraso. Por isso, antes de pagar qualquer valor ou solicitar um parcelamento, o ideal é realizar um diagnóstico fiscal para identificar todas as pendências existentes. Como consultar as dívidas e pendências do CNPJ? O primeiro passo para regularizar uma empresa é consultar sua situação fiscal e identificar quais obrigações precisam ser resolvidas. Atualmente, existem canais digitais oficiais que permitem consultar informações sobre débitos, declarações pendentes e situação cadastral. 1. Consulte a situação fiscal na Receita Federal O empresário pode utilizar os serviços digitais da Receita Federal para verificar pendências relacionadas ao CNPJ. A consulta deve identificar, conforme os serviços disponíveis para a empresa: Acesse o portal oficial da Receita Federal e procure os serviços de consulta da situação fiscal e de pendências. 2. Verifique os débitos do Simples Nacional Se a empresa é optante pelo Simples Nacional, também é importante consultar os serviços específicos desse regime. O objetivo é identificar DAS em atraso, pendências de pagamento e eventuais comunicações relacionadas à exclusão do regime tributário. Acesse o Portal do Simples Nacional para consultar os serviços disponíveis. 3. Consulte as dívidas inscritas em dívida ativa Quando os débitos são encaminhados à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, a consulta e as possibilidades de negociação devem ser verificadas no portal Regularize. Nesse ambiente, o contribuinte pode consultar inscrições em dívida ativa e verificar as modalidades de negociação disponíveis para sua situação. Acesse o portal Regularize da PGFN. Atenção: consultar apenas um desses canais pode não ser suficiente. Para conhecer a situação completa da empresa, é necessário verificar quais pendências permanecem na Receita Federal e quais já foram encaminhadas à PGFN. Como regularizar um CNPJ com dívidas na Receita Federal? Depois de identificar as pendências, o próximo passo é definir quais providências devem ser tomadas. A regularização não consiste apenas em pagar impostos atrasados. Dependendo do caso, também pode ser necessário transmitir declarações, corrigir informações cadastrais ou resolver pendências relacionadas ao regime tributário. Veja as principais etapas. 1. Faça um levantamento completo das pendências Antes de iniciar qualquer procedimento, identifique todos os débitos e as obrigações em atraso. Verifique os períodos envolvidos, os valores cobrados, a natureza dos tributos e os órgãos responsáveis pela administração das dívidas. Essa análise ajuda a evitar pagamentos incorretos e permite estabelecer uma ordem de prioridades. 2. Verifique quais débitos podem ser pagos ou parcelados Com as pendências identificadas, avalie as alternativas disponíveis. Dependendo da natureza do débito, pode ser possível realizar o pagamento integral, solicitar parcelamento convencional ou aderir a uma modalidade específica de transação tributária. É importante verificar as condições aplicáveis antes de escolher uma alternativa, especialmente quando a empresa possui recursos financeiros limitados. 3. Regularize as declarações atrasadas Se houver obrigações acessórias não entregues, será necessário verificar quais declarações estão pendentes e providenciar sua transmissão. Mesmo quando não houve faturamento, determinadas declarações podem continuar obrigatórias. A entrega fora do prazo também pode gerar multas, conforme a obrigação e as regras aplicáveis. 4. Resolva eventuais irregularidades cadastrais Se o problema estiver relacionado aos dados cadastrais da empresa, poderá ser necessário realizar uma alteração ou corrigir informações junto aos órgãos competentes. O procedimento dependerá da irregularidade identificada. 5. Acompanhe o processamento da regularização Depois de efetuar os pagamentos, formalizar as negociações e transmitir as declarações, acompanhe a atualização das informações nos sistemas oficiais. Não presuma que todas as pendências foram resolvidas apenas porque uma guia foi paga. O objetivo é confirmar que as providências necessárias foram processadas e que a situação fiscal e cadastral está regularizada. É possível parcelar as dívidas de uma empresa? Sim. Dependendo da natureza do débito e das condições previstas na legislação, uma empresa pode ter acesso a modalidades de parcelamento ou negociação de suas dívidas tributárias. Entretanto, é necessário identificar onde o débito está sendo administrado. Débitos administrados pela Receita Federal Para os débitos que permanecem sob administração da Receita Federal, devem ser verificadas as modalidades de parcelamento disponíveis para a empresa. As condições variam conforme o tipo de tributo, o regime tributário e as regras aplicáveis. Débitos do Simples Nacional Empresas optantes pelo Simples Nacional podem verificar as alternativas específicas para regularizar débitos desse regime. É importante identificar se os valores ainda estão sob administração da Receita Federal ou se já foram inscritos em dívida ativa. Débitos inscritos em dívida ativa da União Quando a dívida já foi inscrita em dívida ativa, a negociação deve ser consultada nos canais da PGFN. Além do parcelamento convencional, podem existir modalidades de transação tributária com condições diferenciadas, conforme os critérios estabelecidos em cada negociação. Em outubro de 2026, a PGFN disponibiliza

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A imagem mostra um médico brasileiro em um consultório moderno e sofisticado, trabalhando em seu notebook enquanto analisa documentos e informações relacionadas à gestão da clínica. O ambiente, com predominância de tons de azul, branco e cinza claro, transmite organização, tecnologia, profissionalismo e confiança.

DMED: médicos e clínicas precisam entregar? Veja quem é obrigado, o que informar e como evitar problemas com a Receita Federal

A rotina de um médico ou de uma clínica envolve muito mais do que atender pacientes. Existem notas fiscais, recibos, recebimentos, impostos, folha de pagamento e diversas obrigações que precisam ser acompanhadas ao longo do ano. Entre essas obrigações está a DMED — Declaração de Serviços Médicos e de Saúde, uma declaração anual enviada à Receita Federal por determinadas pessoas jurídicas e pessoas físicas equiparadas a pessoa jurídica que atuam na área da saúde. Mas uma dúvida é bastante comum: Toda clínica precisa entregar a DMED? E o médico que trabalha como pessoa física também está obrigado? A resposta depende da forma como a atividade é exercida e do enquadramento do profissional ou da empresa. Além disso, as informações da DMED podem ser utilizadas pela Receita Federal no cruzamento de dados relacionados às despesas médicas declaradas pelas pessoas físicas. Por isso, manter os registros financeiros, fiscais e cadastrais organizados é uma medida importante para evitar inconsistências. Neste artigo, você vai entender quem precisa entregar a DMED, quais informações são declaradas, qual é a relação com o Imposto de Renda e como médicos e clínicas podem se preparar para a próxima entrega. O que é a DMED? A Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (DMED) é uma obrigação acessória da Receita Federal destinada a determinadas pessoas jurídicas e pessoas físicas equiparadas a pessoa jurídica que prestam serviços médicos e de saúde, além de operadoras de planos privados de assistência à saúde. A declaração deve ser apresentada anualmente. De acordo com a Receita Federal, estão entre os serviços abrangidos pela DMED aqueles prestados por médicos, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, dentistas, hospitais, laboratórios, serviços radiológicos, clínicas médicas de qualquer especialidade e determinados estabelecimentos geriátricos e entidades de ensino voltadas a pessoas com deficiência. Um ponto importante é que a DMED não é simplesmente uma declaração de faturamento da clínica. Ela reúne informações específicas relacionadas aos valores recebidos de pessoas físicas pela prestação de determinados serviços de saúde. A Receita Federal utiliza essas informações, entre outras fontes, para alimentar sistemas e realizar cruzamentos com informações apresentadas pelos contribuintes no Imposto de Renda. A DMED, por exemplo, integra as fontes utilizadas na declaração pré-preenchida do IRPF. Quem é obrigado a entregar a DMED? A Receita Federal estabelece que estão obrigadas à entrega da DMED as pessoas jurídicas ou pessoas físicas equiparadas a pessoa jurídica, nos termos da legislação do Imposto de Renda, que sejam: Portanto, não basta simplesmente exercer uma profissão da área da saúde para concluir que existe obrigatoriedade da DMED. É necessário analisar como a atividade é exercida e se existe equiparação à pessoa jurídica para essa finalidade. Quais serviços de saúde estão abrangidos? Entre os serviços relacionados pela Receita Federal estão: A lista oficial deve ser considerada na análise de cada situação. Médico pessoa física precisa entregar DMED? Essa é uma das dúvidas mais importantes. Não necessariamente. A Receita Federal esclarece que o profissional liberal que atua individualmente não é automaticamente equiparado a pessoa jurídica para fins da DMED. Por exemplo, médico, dentista, psicólogo, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional ou fonoaudiólogo que exerça individualmente sua profissão, mesmo possuindo um estabelecimento e utilizando auxiliares para tarefas de apoio, pode não se enquadrar como pessoa jurídica para fins da declaração. Por outro lado, determinadas situações envolvendo a atuação de vários profissionais podem caracterizar a equiparação a pessoa jurídica. A Receita explica, por exemplo, que quando profissionais prestam serviços de forma sistemática e habitual sob a responsabilidade de um mesmo profissional, que recebe em nome próprio o valor total pago pelo cliente e remunera os demais, pode haver equiparação a pessoa jurídica. A análise precisa considerar as características concretas da atividade. Por isso, não é recomendável decidir se há ou não obrigação de DMED apenas com base na profissão exercida. Clínica médica no Simples Nacional precisa entregar DMED? Essa é outra dúvida muito comum. Estar enquadrada no Simples Nacional não significa que uma clínica esteja dispensada automaticamente de todas as obrigações acessórias. A empresa pode continuar sujeita a diferentes obrigações fiscais, contábeis e trabalhistas, dependendo de sua atividade e situação. No caso específico da DMED, o ponto central é verificar se a empresa se enquadra nas condições previstas para a declaração. Uma clínica médica constituída como pessoa jurídica e que presta serviços abrangidos pela DMED deve ter sua situação analisada pelo contador responsável para verificar a obrigatoriedade e garantir que as informações estejam sendo registradas corretamente durante o ano. Isso vale para clínicas pequenas, consultórios estruturados como empresas e estabelecimentos maiores. O regime tributário, sozinho, não deve ser utilizado como único critério para decidir se a DMED deve ou não ser entregue. O que deve ser informado na DMED? A Receita Federal determina que sejam informados na DMED os valores recebidos de pessoas físicas em decorrência do pagamento por serviços médicos e de saúde, observadas as regras específicas da declaração. Para os serviços médicos e de saúde, entre as informações estão: Quando o beneficiário for menor de 18 anos e não possuir CPF, a Receita prevê a utilização do nome completo e da data de nascimento. Um detalhe importante: não devem ser informados na DMED valores recebidos de pessoas jurídicas ou do Sistema Único de Saúde (SUS). No caso de empresas com vários estabelecimentos, a DMED é apresentada pela matriz da pessoa jurídica, consolidando as informações de todos os estabelecimentos da empresa. DMED e Imposto de Renda: qual é a relação? Aqui está um dos principais motivos para médicos e clínicas tratarem a obrigação com atenção. As informações enviadas por empresas e profissionais à Receita Federal podem ser utilizadas no cruzamento de dados com as informações apresentadas pelas pessoas físicas. A própria Receita Federal informa que a DMED é uma das fontes utilizadas para alimentar informações da declaração pré-preenchida do Imposto de Renda. Imagine, por exemplo, uma situação em que: A clínica informa R$ 8.000 recebidos de determinado paciente, enquanto o paciente declara uma despesa médica de R$ 5.000. Uma diferença como essa pode exigir esclarecimentos e comprovação. Outro exemplo seria uma clínica que

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Empreendedor analisando documentos empresariais em escritório moderno, com notebook sobre a mesa e paisagem urbana ao fundo, representando abertura e planejamento de empresas em Cotia e Granja Viana.

Como abrir empresa em Cotia em 2026: custos, documentos, alvará e passo a passo

Está pensando em abrir uma empresa em Cotia ou na Granja Viana? Antes de solicitar o CNPJ, é importante entender que a abertura de uma empresa envolve muito mais do que simplesmente obter um número de cadastro na Receita Federal. A escolha da atividade, dos CNAEs, do endereço, da natureza jurídica e do regime tributário pode influenciar diretamente os impostos, as obrigações e até mesmo a possibilidade de funcionamento da empresa no local escolhido. Além disso, empresas estabelecidas em Cotia precisam observar procedimentos municipais relacionados à inscrição, licenciamento e emissão de documentos fiscais. Neste guia, você vai entender como abrir uma empresa em Cotia em 2026, quais documentos normalmente são necessários, quais custos podem existir, como funciona o licenciamento, a emissão de nota fiscal e quais cuidados devem ser tomados por quem pretende empreender também na região da Granja Viana. Quem pode abrir uma empresa em Cotia? Praticamente qualquer pessoa que queira exercer uma atividade econômica de forma regular pode avaliar a abertura de uma empresa, desde que sejam atendidos os requisitos legais e específicos da atividade. Entre os empreendedores que podem buscar a abertura de um CNPJ em Cotia estão: O primeiro cuidado é não começar pelo preenchimento do CNPJ. Antes disso, é importante definir corretamente o que a empresa fará, onde funcionará e como será tributada. O que é preciso para abrir uma empresa em Cotia? A documentação pode variar conforme o tipo de empresa, atividade e situação dos sócios, mas normalmente envolve informações como: Além dos documentos dos sócios, existe uma etapa que merece bastante atenção: a análise do endereço e da atividade que será exercida naquele local. Isso é especialmente importante para empresas que pretendem funcionar em imóveis residenciais, condomínios, salas comerciais ou na região da Granja Viana. Passo a passo para abrir uma empresa em Cotia Embora cada empresa tenha suas particularidades, podemos resumir o processo em algumas etapas principais. 1. Definir a atividade da empresa O primeiro passo é saber exatamente o que a empresa fará. Uma descrição genérica como “prestação de serviços” não é suficiente para determinar a tributação e os cadastros necessários. É preciso identificar as atividades econômicas correspondentes e escolher os CNAEs adequados. Uma escolha incorreta pode gerar problemas tributários, dificuldades no licenciamento ou até impedir que a empresa exerça determinada atividade no endereço escolhido. 2. Escolher os CNAEs O CNAE — Classificação Nacional das Atividades Econômicas — identifica as atividades exercidas pela empresa. Uma empresa pode ter atividade principal e atividades secundárias. A escolha deve ser feita com cuidado porque os CNAEs podem influenciar: Por isso, não é recomendável simplesmente escolher um CNAE porque o nome parece semelhante ao serviço que será prestado. 3. Definir a natureza jurídica Também é necessário definir como a empresa será constituída. Dependendo da situação, podem ser avaliadas estruturas como: A escolha deve considerar o número de sócios, a atividade e as características do negócio. 4. Verificar a viabilidade do endereço Essa é uma das etapas mais importantes. Antes de abrir o CNPJ, é necessário verificar se a atividade pretendida pode funcionar naquele endereço. A Prefeitura de Cotia informa que o processo de licenciamento pode utilizar a REDESIM/VRE, incluindo a solicitação de viabilidade e posteriormente o licenciamento. Isso significa que o empreendedor deve evitar uma situação bastante comum: alugar ou utilizar um imóvel e somente depois descobrir que a atividade não pode funcionar naquele local. 5. Registrar a empresa e obter o CNPJ Depois das definições iniciais e da aprovação das etapas necessárias, ocorre o processo de constituição e registro da empresa. O CNPJ é o cadastro da pessoa jurídica perante a Receita Federal. Mas ter CNPJ não significa, necessariamente, que todas as etapas para funcionamento da empresa estejam concluídas. Dependendo da atividade, ainda podem existir exigências municipais e de outros órgãos. 6. Regularizar a empresa perante o município Empresas que exercem atividades sujeitas ao cadastro municipal precisam observar as regras de Cotia. Essa etapa é especialmente relevante para prestadores de serviços, pois está relacionada à emissão de documentos fiscais e ao ISS. 7. Providenciar o licenciamento A Prefeitura de Cotia disponibiliza procedimento de licenciamento pela REDESIM/VRE. Segundo as orientações municipais, após a viabilidade é possível solicitar o licenciamento e interagir com órgãos relacionados à atividade, como Corpo de Bombeiros e Vigilância Sanitária, quando aplicável. Portanto, o licenciamento não é necessariamente igual para todas as empresas. O tipo de atividade e o grau de risco podem mudar as exigências. Quanto custa abrir uma empresa em Cotia? Essa é uma das perguntas mais comuns de quem pretende abrir um CNPJ. E a resposta é: depende. Não existe um valor único para todas as empresas. Os custos podem envolver: Despesa Pode existir? Observação Honorários contábeis Sim Depende do escritório e da complexidade Registro da empresa Sim Conforme órgão e natureza jurídica Taxas municipais Dependem do caso Podem variar conforme atividade e procedimento Licenças Dependem da atividade Saúde, Bombeiros e outros órgãos podem ser envolvidos Certificado digital Dependendo da empresa Pode ser necessário para determinadas operações Endereço fiscal/comercial Dependendo do negócio Especialmente quando o endereço próprio não é adequado Laudos e documentos técnicos Dependendo da atividade Podem existir em atividades específicas Por isso, desconfie de propostas que apresentam apenas um valor fechado de “abertura de CNPJ” sem explicar o que está incluído. O custo real para iniciar uma empresa deve considerar abertura + regularização + licenciamento + estrutura necessária para começar a operar. É preciso ter alvará para abrir uma empresa em Cotia? A necessidade e a forma de licenciamento dependem da atividade, do endereço e do grau de risco. A Prefeitura de Cotia informa que o licenciamento pode ser solicitado pela REDESIM/VRE, com análise e interação com órgãos como Bombeiros e Vigilância Sanitária quando aplicável. Em determinados casos, o processo pode resultar na emissão do Certificado de Licenciamento Integrado (CLI). Por isso, não é correto afirmar que todas as empresas terão exatamente o mesmo procedimento ou pagarão a mesma taxa. O ideal é verificar a situação específica da empresa antes de iniciar as atividades. Como funciona

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