Pactual Contabilidade Consultoria Contábil, Fiscal e Tributária
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Contabilidade para Mercado Livre: Guia Completo para Vendedores e E-commerces
Contabilidade para Mercado Livre: por que o vendedor precisa cuidar da parte fiscal? Vender pelo Mercado Livre pode começar de maneira simples: você compra alguns produtos, cria os anúncios, recebe os primeiros pedidos e começa a enviar as mercadorias. Mas, conforme as vendas aumentam, a operação fica mais complexa. Entram em cena emissão de notas fiscais, controle do faturamento, estoque, impostos, taxas do marketplace, vendas para outros estados, Inscrição Estadual, certificado digital e obrigações fiscais. É justamente nesse momento que muitos vendedores percebem que vender bastante não significa necessariamente ter lucro. Imagine, por exemplo, um vendedor que fatura R$ 30 mil por mês no Mercado Livre. Ele pode olhar para o faturamento e pensar que o negócio está indo muito bem. Porém, depois de considerar custo dos produtos, comissão do marketplace, frete, anúncios, impostos, devoluções e demais despesas, o lucro real pode ser muito menor. Por isso, contabilidade para Mercado Livre não deve ser vista apenas como uma obrigação para pagar impostos. Ela pode ser uma ferramenta para entender a rentabilidade do negócio, escolher o regime tributário adequado e estruturar o crescimento do e-commerce. O próprio Mercado Livre disponibiliza recursos para emissão de NF-e e orienta os vendedores sobre a necessidade de manter corretamente os dados fiscais da operação. Como funciona a contabilidade para quem vende no Mercado Livre? A contabilidade de um vendedor de marketplace precisa acompanhar muito mais do que simplesmente o valor recebido na conta bancária. É necessário analisar, entre outros pontos: Um ponto importante é entender que o dinheiro recebido do Mercado Livre não deve ser automaticamente confundido com o faturamento da empresa. Se uma venda de R$ 200 gera uma comissão, frete ou outro desconto na plataforma, o vendedor precisa compreender corretamente como essa operação deve ser registrada e tributada. O controle financeiro e fiscal precisa separar faturamento, custos, despesas e lucro. Vender no Mercado Livre com CPF ou CNPJ: qual é melhor? Essa é uma das primeiras dúvidas de quem começa a vender pela internet. Vender como Pessoa Física No início, algumas pessoas começam utilizando o próprio CPF. Isso pode parecer mais simples, mas existe uma diferença importante entre realizar vendas ocasionais de bens pessoais e desenvolver uma atividade comercial habitual e organizada. Quando a pessoa passa a comprar produtos com a finalidade de revendê-los de forma recorrente, utilizando marketplace, estoque, fornecedores e estratégia comercial, é importante avaliar a formalização da atividade empresarial. Além das questões tributárias, a utilização de CNPJ pode facilitar a organização da operação, emissão de documentos fiscais e relacionamento com fornecedores e plataformas. Vender com CNPJ Com o CNPJ, o vendedor passa a estruturar o negócio como empresa. Entre as vantagens estão: Para operações profissionais no Mercado Livre, o CNPJ tende a proporcionar uma estrutura muito mais adequada. Quais impostos incidem sobre vendas no Mercado Livre? A tributação depende de fatores como atividade, produto, estado, regime tributário, NCM, substituição tributária e destino da mercadoria. Por isso, não existe uma única alíquota que sirva para todos os vendedores. Simples Nacional Para muitos pequenos e-commerces, o Simples Nacional pode ser uma alternativa interessante. Uma empresa comercial normalmente possui sua receita de comércio tributada no Anexo I, mas é necessário analisar a operação concreta, os produtos comercializados e eventuais situações específicas. O Simples reúne diversos tributos em uma única guia, mas isso não significa que toda obrigação fiscal desapareça. O vendedor ainda precisa cuidar corretamente de documentos fiscais, cadastro dos produtos, estoque, informações fiscais e demais obrigações aplicáveis. Empresas que desejam optar pelo Simples Nacional precisam observar, entre outros requisitos, o limite de receita bruta anual de R$ 4,8 milhões e as demais condições legais. Atenção à alíquota A alíquota efetiva do Simples não deve ser escolhida simplesmente olhando o faturamento do mês. O cálculo considera a receita acumulada e as regras do regime. Por isso, um vendedor que fatura R$ 10 mil por mês pode ter uma tributação diferente de outro que fatura R$ 50 mil mensais. E o Fator R para vendedores do Mercado Livre? O Fator R é um assunto muito conhecido entre prestadores de serviços, mas existe uma confusão frequente entre vendedores de marketplace. Para uma operação exclusivamente de comércio de mercadorias, o Fator R normalmente não é o mecanismo utilizado para determinar o anexo tributário da venda. O Fator R está relacionado a determinadas atividades de prestação de serviços que podem ser tributadas pelo Anexo III ou Anexo V do Simples Nacional. Portanto, se você compra produtos e os revende no Mercado Livre, não deve simplesmente aplicar uma estratégia de Fator R como se fosse uma empresa prestadora de serviços. Por outro lado, se a empresa possuir atividades de comércio e serviços, a análise muda e cada receita deve ser corretamente classificada. Esse é um dos motivos pelos quais a definição correta dos CNAEs é tão importante. Lucro Presumido para Mercado Livre: quando pode fazer sentido? Nem todo e-commerce deve permanecer no Simples Nacional. Dependendo do faturamento, margem de lucro, estrutura de custos, créditos tributários, características dos produtos e operações interestaduais, o Lucro Presumido pode entrar na análise. No Lucro Presumido, a tributação federal considera uma margem de lucro presumida para determinados cálculos, enquanto a empresa também precisa analisar a tributação estadual e demais obrigações. Para atividades comerciais, por exemplo, existem percentuais específicos de presunção para IRPJ e CSLL. Além disso, alterações legislativas recentes tornaram ainda mais importante realizar uma análise tributária atualizada antes de escolher o regime. A Receita Federal informa, por exemplo, mudanças aplicáveis ao Lucro Presumido em 2026, inclusive relacionadas ao acréscimo dos percentuais de presunção sobre determinadas parcelas de receita acima de R$ 5 milhões no ano-calendário. Conclusão: não escolha entre Simples Nacional e Lucro Presumido apenas olhando a alíquota inicial. O correto é simular a operação completa. Vendas para outros estados: o que é DIFAL? Quem vende pelo Mercado Livre frequentemente atende clientes de diferentes estados. Isso pode gerar situações envolvendo o DIFAL — Diferencial de Alíquotas do ICMS. O tratamento depende da operação, do perfil do comprador, da legislação dos estados

Contabilidade para Engenheiros: O Guia Definitivo para Redução Legal de Impostos e Gestão de CNPJ
Atuar na área de engenharia exige alta precisão técnica, responsabilidade civil e atualização constante. Seja desenhando projetos, gerando laudos, fiscalizando obras ou prestando consultoria, o profissional de engenharia lida diariamente com prazos e normas rígidas. No entanto, quando o assunto é a gestão financeira e tributária, muitos engenheiros acabam enfrentando dúvidas complexas: Seja você um profissional autônomo, alguém migrando do modelo CLT para PJ, ou o sócio de um escritório de engenharia consolidado, entender as particularidades da contabilidade para engenheiros é essencial. Uma gestão tributária estratégica não serve apenas para manter a empresa em dia com o Fisco; ela é uma ferramenta crucial para proteger o seu patrimônio, maximizar os lucros e dar tração ao seu negócio. Neste guia completo preparado pela Pactual Contabilidade, abordaremos tudo o que você precisa saber sobre tributação, regimes fiscais, Fator R, emissão de notas fiscais e como tomar decisões financeiras inteligentes para a sua carreira ou empresa. O que é Contabilidade para Engenheiros e por que ela é diferente? Muitos profissionais acreditam que a contabilidade se resume ao cumprimento de obrigações acessórias e à emissão de guias de impostos. No entanto, a contabilidade para engenharia possui especificidades regulatórias e fiscais que exigem um olhar especializado. Diferente de um comércio tradicional, as empresas de engenharia lidam com: Uma contabilidade especializada em engenharia não apenas entrega obrigações fiscais, mas atua de forma consultiva, analisando a realidade operacional do engenheiro para identificar oportunidades legais de redução da carga tributária. Engenheiro pode trabalhar como Pessoa Física ou Pessoa Jurídica (PJ)? Sim, o engenheiro pode atuar tanto como Pessoa Física (autônomo) quanto como Pessoa Jurídica (empresário/PJ). A escolha do modelo impacta diretamente o valor pago em tributos e a burocracia do dia a dia. 1. Atuação como Pessoa Física (Autônomo) Nesta modalidade, o profissional presta serviços vinculando seu CPF. 2. Atuação como Pessoa Jurídica (PJ) O engenheiro abre um CNPJ e passa a prestar serviços por meio da sua empresa. Resumo: Para faturamentos mensais a partir de R$ 5.000 a R$ 6.000, a atuação como PJ costuma apresentar uma economia tributária expressiva quando comparada à tributação como autônomo (CPF). Engenheiro precisa abrir um CNPJ? Não existe uma obrigatoriedade legal genérica para que todo engenheiro tenha um CNPJ. No entanto, o mercado impõe essa necessidade na prática. Você provavelmente precisará de um CNPJ nas seguintes situações: Quais impostos um engenheiro paga? A carga tributária paga por um profissional de engenharia varia conforme a sua forma de atuação (CPF ou CNPJ) e, no caso de empresas, de acordo com o regime tributário escolhido. Impostos na Pessoa Física (Autônomo) Impostos na Pessoa Jurídica (CNPJ) No modelo empresarial, os impostos cobrados variam de acordo com o enquadramento (Simples Nacional ou Lucro Presumido) e incluem: Engenheiro pode ser optante pelo Simples Nacional? Sim! Empresas de serviços de engenharia podem se enquadrar no Simples Nacional, desde que cumpram os requisitos do regime (como limite de faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e ausência de débitos impeditivos). No entanto, no Simples Nacional, as atividades de engenharia estão sujeitas às regras da tributação pelo Fator R, transitando entre o Anexo III e o Anexo V. Entendendo o Anexo III, Anexo V e o Fator R para Engenheiros A legislação tributária enquadra as atividades intelectuais e regulamentadas — como a engenharia — no Simples Nacional sob uma condição especial vinculada ao volume da folha de pagamento. Como funciona o Fator R? O Fator R é um cálculo percentual que mede a relação entre a folha de salários (incluindo o pró-labore dos sócios e encargos) e a receita bruta da empresa nos últimos 12 meses. $$\text{Fator R} = \frac{\text{Folha de Pagamento nos últimos 12 meses}}{\text{Receita Bruta nos últimos 12 meses}}$$ Atenção: O enquadramento no Anexo III através do Fator R não é automático nem definitivo. Ele requer um acompanhamento mensal detalhado por parte da contabilidade para ajustar o pró-labore dos sócios de forma a manter o percentual acima de 28% de maneira legal e vantajosa. Simples Nacional x Lucro Presumido: Qual o melhor regime tributário? A escolha do regime tributário é uma decisão estratégica que deve ser feita com base em simulações numéricas reais. Não existe uma resposta única aplicável a todos os escritórios. Critério / Regime Simples Nacional Lucro Presumido Alíquota Inicial Efetiva A partir de 6% (Anexo III via Fator R) ou 15,5% (Anexo V). Varia em média de 11,33% a 16,33% (tributos federais + ISS local). INSS Patronal Incluso no DAS (quando no Anexo III). Pago separadamente (20% sobre pró-labore e folha). Complexidade de Cálculo Guia única (DAS), baseada no faturamento e Fator R. Guias separadas para tributos federais e municipais. Indicado para… Faturamento inicial e médio com baixa folha de pagamento (ajustada via Pró-labore). Faturamentos mais altos ou quando o Fator R de 28% exige um pró-labore inviável. Quando considerar o Lucro Presumido? O Lucro Presumido pode se tornar mais vantajoso quando a empresa de engenharia atinge patamares de faturamento elevados em que as alíquotas progressivas dos anexos do Simples Nacional sobem substancialmente, ou em casos onde a empresa não possui interesse ou capacidade operacional de manter o Fator R em 28%. A realização de um planejamento tributário anual conduzido pela Pactual Contabilidade é o caminho seguro para definir o regime ideal para cada momento da sua empresa. Exemplos Práticos: Comparando a Tributação Aviso Importante: Os exemplos a seguir são puramente ilustrativos e hipotéticos. As alíquotas efetivas dependem de legislações locais (ISS da cidade), deduções cabíveis, despesas operacionais e faixas de faturamento acumulado. Uma análise individualizada é indispensável. Exemplo 1: Engenheiro Autônomo (CPF) vs. Engenheiro PJ (Simples Nacional Anexo III) Imagine um engenheiro civil que presta serviços de laudos e laudos periciais com faturamento bruto de R$ 10.000,00 por mês (R$ 120.000,00/ano), sem funcionários. Exemplo 2: Escritório de Engenharia em Expansão Um escritório com faturamento mensal de R$ 50.000,00 que analisa migrar do Simples Nacional (cujas alíquotas progressivas subiram) para o Lucro Presumido. A simulação detalhada determina a mudança exata no momento oportuno, gerando eficiência financeira real. Engenheiro como PJ: Cuidados Fundamentais no

Contabilidade para Veterinários: Guia Completo para Abrir Empresa e Pagar Menos Impostos
Atuar na medicina veterinária é dedicar-se diariamente à saúde e ao bem-estar animal. Seja realizando atendimentos em domicílio, cobrindo plantões em hospitais, gerando diagnósticos por imagem ou gerindo uma clínica veterinária, a rotina costuma ser intensa. No entanto, em meio aos cuidados com os pacientes, um desafio estratégico frequentemente fica em segundo plano: a gestão fiscal e tributária da carreira. Muitos médicos veterinários iniciam suas atividades como pessoa física e, à medida que o faturamento cresce, passam a ser surpreendidos por alíquotas elevadas do Imposto de Renda. Outros aceitam propostas para prestar serviços como PJ (Pessoa Jurídica), mas contratam uma contabilidade genérica que desconhece as regras específicas do setor, como o Fator R no Simples Nacional e a diferenciação fiscal entre procedimentos médicos e venda de produtos. A Pactual Contabilidade preparou este guia completo para orientar você em cada etapa da formalização, na escolha do modelo societário e no planejamento fiscal, garantindo proteção patrimonial e economia tributária real. Médica ou Médico Veterinário: Pessoa Física (CPF) vs. Pessoa Jurídica (CNPJ) A dúvida inicial da maioria dos profissionais é entender o momento exato em que deixa de valer a pena atuar no CPF e passa a ser indispensável abrir um CNPJ. O Risco Tributário da Atuação no CPF (Carnê-Leão) Quando você atua como profissional autônomo (CPF), seus rendimentos estão sujeitos à tabela progressiva do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), cujas alíquotas chegam a 27,5%, somadas à alíquota do INSS autônomo de 20% (respeitando o teto do INSS). Embora seja possível deduzir algumas despesas operacionais no Livro Caixa, a margem de economia é limitada. Além disso, a Receita Federal utiliza cruzamentos automatizados de dados financeiros (como informações bancárias e de meios de pagamento via PIX), o que eleva consideravelmente o risco de malha fina para quem não recolhe o Carnê-Leão mensalmente. As Vantagens da Atuação como PJ Ao abrir uma empresa e migrar para a Pessoa Jurídica: Veterinário pode ser MEI? Essa é uma das perguntas mais frequentes no escritório. A resposta objetiva é: Não, o médico veterinário não pode ser MEI (Microempreendedor Individual). A legislação do MEI foi criada para formalizar atividades econômicas consideradas de cariz artesanal ou não regulamentadas por conselhos de classe. Como a Medicina Veterinária é uma profissão intelectual, regulamentada por lei federal e fiscalizada pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) e pelos Conselhos Regionais (CRMVs), ela está expressamente vedada do enquadramento no MEI. Tentativas de contornar essa regra — enquadrando a atividade em CNAEs genéricos como “cuidador de animais” ou “pet shop” — configuram desvio de finalidade fiscal, podendo acarretar o cancelamento do CNPJ, reenquadramento retroativo e cobrança de impostos devidos acrescidos de juros e multas pela Receita Federal. A alternativa correta e legal é a constituição de uma ME (Microempresa) ou EPP (Empresa de Pequeno Porte). Tipos de Sociedade para Médicos Veterinários A escolha da natureza jurídica correta define a estrutura de propriedade e a responsabilidade dos sócios sobre o negócio. 1. SLU (Sociedade Limitada Unipessoal) Ideal para o veterinário que deseja empreender sozinho. A SLU traz duas grandes vantagens: não exige a presença de sócios e protege o patrimônio pessoal do médico, já que as dívidas da empresa não se confundem com os bens do profissional (exceto em casos comprovados de fraude). 2. Sociedade Limitada (LTDA) Indicada para duas ou mais pessoas que decidem abrir um consultório, clínica, hospital ou centro de diagnóstico em conjunto. Os sócios podem ser outros veterinários ou investidores. A responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas cotas no capital social. 3. Sociedade Simples Uniprofissional (SUP) Voltada exclusivamente para a prestação de serviços intelectuais de mesma profissão. Em determinados municípios, essa estrutura oferece tratamentos diferenciados no recolhimento do ISS (Imposto Sobre Serviços), sendo calculada uma taxa fixa por profissional habilitado, e não sobre o faturamento bruto. Regimes Tributários: Qual o Melhor para o seu Negócio Veterinário? A definição do regime tributário adequado determina quanto de imposto sua empresa pagará mensalmente. Na medicina veterinária, existem dois regimes principais mais vantajosos: Simples Nacional e Lucro Presumido. 1. Simples Nacional e a Regra do Fator R A atividade médica veterinária é enquadrada no Simples Nacional e está sujeita ao chamado Fator R, previsto na legislação tributária. O Fator R é um cálculo que determina em qual tabela (Anexo) de impostos a empresa será tributada no mês: $$\text{Fator R} = \frac{\text{Massa Salarial dos últimos 12 meses}}{\text{Receita Bruta dos últimos 12 meses}}$$ Exemplo Prático com a Pactual: Um veterinário PJ fatura R$ 15.000,00/mês prestando serviços. Sem o planejamento adequado da Pactual, ele pagaria 15,5% de imposto (Anexo V), resultando em R$ 2.325,00/mês. Com a nossa orientação, ajustamos estrategicamente a folha de pagamento / Pró-labore para R$ 4.200,00 (28% do faturamento), enquadrando a empresa no Anexo III (6%). O imposto reduz para R$ 900,00/mês. Mesmo considerando a contribuição previdenciária sobre o Pró-labore, a economia anual ultrapassa R$ 12.000,00. 2. Lucro Presumido No Lucro Presumido, a base de cálculo para tributos federais (IRPJ e CSLL) sobre a prestação de serviços é presumida em 32% sobre o faturamento. Somando PIS, COFINS e o ISS municipal, a alíquota efetiva total varia geralmente entre 13,33% e 16,33%. Este regime costuma ser vantajoso para hospitais veterinários e clínicas de grande porte com alto faturamento e cuja folha de pagamento representa uma parcela pequena do faturamento total (onde o Fator R do Simples Nacional deixa de ser viável). O Desafio da Segregação de Receitas: Serviços Veterinários vs. Venda de Produtos Para quem possui clínica ou consultório com estrutura de Pet Shop (venda de rações, medicamentos, brinquedos e banho e tosa), existe um ponto cego tributário que gera pagamento indevido de impostos em muitos estabelecimentos: a mistura de receitas. A equipe especializada da Pactual Contabilidade estrutura o seu sistema para emitir as notas fiscais corretas (NFS-e para serviços e NFC-e/NF-e para comércio) e realiza a segregação adequada, eliminando a bi-tributação. Passo a Passo para Abrir uma Empresa Veterinária O processo de formalização de uma empresa veterinária exige etapas específicas junto a órgãos de classe e de fiscalização sanitária. Requisitos
- Perguntas Frequentes
Se você ainda tem dúvidas, certamente nós temos todas as respostas
Separamos algumas questões que podem te ajudar. Caso ainda tenha dúvida, entre em contato conosco
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O que a Pactual Contabilidade oferece?
Oferecemos serviços de contabilidade, consultoria tributária, consultoria contábil e auditoria, personalizados para pet shops, indústrias, área da saúde, e-commerces, bares e restaurantes e empresas de médio porte. Nosso foco é organizar suas finanças e impulsionar seu crescimento.
Quem pode contratar a Pactual Contabilidade?
Atendemos negócios de diversos portes e setores, como donos de pet shops, gestores de indústrias, profissionais da saúde, empreendedores de e-commerce, proprietários de bares e restaurantes e empresas de médio porte que buscam soluções financeiras práticas e estratégicas.
Como a Pactual pode ajudar meu negócio a pagar menos impostos?
Analisamos sua operação e identificamos oportunidades legais de redução de carga tributária, ajustando seu enquadramento fiscal e aproveitando benefícios específicos para seu segmento, seja ele saúde, e-commerce ou outro.
Qual é a diferença entre contabilidade e consultoria contábil?
A contabilidade cuida das obrigações diárias, como livros fiscais e folha de pagamento. Já a consultoria contábil vai além, oferecendo planejamento financeiro e estratégias para melhorar seus resultados, adaptadas ao seu negócio.
Quanto tempo leva para começar a trabalhar com a Pactual?
Após o primeiro contato, avaliamos suas necessidades em até 48 horas e iniciamos o processo de transição ou implementação. O prazo exato depende da complexidade do seu negócio, mas nosso objetivo é agilidade.
A Pactual Contabilidade atende empresas de outros estados?
Sim! Prestamos serviços em todo o Brasil, com atendimento remoto eficiente e suporte adaptado às particularidades fiscais de cada região.
Meu negócio é pequeno. Ainda assim vale a pena contratar vocês?
Com certeza! Atendemos desde pequenos pet shops e restaurantes até indústrias e empresas de médio porte. Personalizamos nossos serviços para que você tenha o suporte certo, sem pagar por algo que não precisa.
Como faço para solicitar um orçamento?
Entre em contato pelo nosso site, telefone ou e-mail. Vamos entender suas necessidades e enviar uma proposta sob medida em até 24 horas.
A Pactual Contabilidade trabalha com auditorias?
Sim, realizamos auditorias detalhadas para garantir a transparência e a conformidade do seu negócio, identificando pontos de melhoria e reduzindo riscos financeiros.
Quais documentos preciso fornecer para começar?
Geralmente, pedimos documentos básicos como contrato social, faturamento recente e últimas declarações fiscais. Após a análise inicial, informamos se algo mais é necessário.