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A Pactual Contabilidade

A Pactual Contabilidade é um escritório sediado em Osasco, dedicado a oferecer serviços contábeis, fiscais e trabalhistas para negócios como pet shops, indústrias, área da saúde, e-commerces, bares, restaurantes, além de empresas de pequeno e médio porte e MEIs. Nosso foco é descomplicar a gestão financeira, transformar desafios em oportunidades e apoiar o crescimento dos clientes com soluções personalizadas.
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Empreendedor brasileiro prestador de serviços trabalhando em escritório moderno em Osasco-SP, analisando documentos de abertura de empresa em um notebook, documentos empresariais, calculadora e celular sobre a mesa, ambiente profissional, elementos sutis que remetam à cidade de Osasco, fotografia corporativa realista, iluminação natural, composição sofisticada, identidade visual em azul, branco e cinza claro, sem textos, sem logotipos

Como abrir empresa de prestação de serviço em Osasco: guia completo

Como abrir empresa de prestação de serviço em Osasco? Começar a prestar serviços como pessoa física pode ser uma alternativa simples no início. Porém, conforme o negócio cresce, surgem novas necessidades: emitir nota fiscal, atender empresas, aumentar o faturamento, organizar melhor as finanças e separar o dinheiro pessoal do dinheiro do negócio. É nesse momento que muitos profissionais começam a pesquisar como abrir empresa de prestação de serviço em Osasco. A abertura de um CNPJ pode proporcionar uma estrutura mais adequada para o crescimento da atividade, mas não significa simplesmente “abrir um CNPJ e começar a trabalhar”. É necessário analisar a atividade exercida, escolher corretamente o CNAE, definir a natureza jurídica, verificar a viabilidade do endereço, escolher o regime tributário e cumprir as obrigações municipais e fiscais. Em Osasco-SP, contar com orientação de um contador em Osasco pode tornar esse processo mais seguro e ajudar o empreendedor a evitar decisões que podem gerar custos ou problemas tributários no futuro. O que é uma empresa de prestação de serviços? Uma empresa de prestação de serviços é aquela cuja atividade principal está relacionada à execução de serviços para clientes, sejam eles pessoas físicas ou outras empresas. Existem inúmeras possibilidades, como: Cada atividade possui características próprias. Por isso, o CNAE para prestação de serviços precisa ser escolhido de acordo com aquilo que a empresa realmente realiza. Uma escolha inadequada pode afetar o enquadramento tributário, a emissão de notas fiscais, as obrigações acessórias e até a necessidade de determinadas licenças. Quem presta serviços precisa abrir um CNPJ? Não existe uma resposta única para todos os profissionais. Dependendo da atividade, do faturamento, do perfil dos clientes e da forma como o trabalho é realizado, pode existir a possibilidade de atuar como pessoa física. Entretanto, em determinadas situações, abrir uma empresa passa a ser mais interessante. Pessoa Física x Pessoa Jurídica Pessoa Física (CPF) Pessoa Jurídica (CNPJ) Estrutura inicial mais simples Estrutura empresarial formalizada Pode ter limitações para atender empresas Facilita contratos com empresas Tributação conforme as regras aplicáveis à pessoa física Pode permitir enquadramentos empresariais específicos Menor estrutura administrativa Exige controle contábil e fiscal Pode haver dificuldade para separar finanças pessoais e profissionais Facilita a organização financeira empresarial Não possui CNPJ Possibilita emissão de documentos fiscais como empresa, conforme as regras aplicáveis Isso não significa que o CNPJ seja automaticamente melhor. A decisão deve considerar faturamento, atividade, despesas, tributação, perfil dos clientes e perspectivas de crescimento. Por exemplo, um profissional que começa sozinho e atende poucas pessoas pode ter uma realidade completamente diferente de um consultor que fatura R$ 20 mil por mês e presta serviços regularmente para grandes empresas. Quais são os primeiros passos para abrir uma empresa de prestação de serviços em Osasco? O processo de abertura de empresa em Osasco pode envolver diferentes etapas. De maneira geral, o empreendedor deve observar: 1. Definir a atividade Antes de pensar no CNPJ, é necessário saber exatamente quais serviços serão prestados. Quanto mais clara for a descrição da atividade, mais fácil será identificar o enquadramento adequado. 2. Escolher o CNAE CNAE significa Classificação Nacional de Atividades Econômicas. É o código utilizado para identificar a atividade econômica exercida pela empresa. Uma empresa pode ter atividade principal e atividades secundárias, quando aplicável. 3. Definir a natureza jurídica É necessário escolher a estrutura jurídica adequada para a empresa, considerando fatores como quantidade de sócios, responsabilidade e características do negócio. 4. Definir os sócios Caso a empresa tenha mais de um integrante, é necessário definir a participação de cada sócio e as regras societárias. 5. Fazer a consulta de viabilidade A viabilidade verifica se a atividade pode ser exercida no endereço pretendido e se existem outras condições que precisam ser observadas. Esse cuidado é especialmente importante para quem pretende abrir empresa em Osasco trabalhando de casa. 6. Registrar a empresa Depois das etapas preparatórias, são realizados os procedimentos necessários para constituição e registro empresarial. 7. Obter o CNPJ Com o processo aprovado, a empresa passa a possuir seu Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica. 8. Providenciar a inscrição municipal, quando aplicável Empresas prestadoras de serviços normalmente precisam observar as exigências municipais relacionadas à sua atividade. 9. Verificar licenças e alvarás Dependendo da atividade e do endereço, podem existir licenças ou autorizações específicas. 10. Escolher o regime tributário A empresa precisa ser enquadrada no regime tributário adequado à sua realidade. 11. Habilitar a emissão de nota fiscal Depois da regularização necessária, o prestador poderá cumprir os procedimentos exigidos para emissão de nota fiscal de serviço. 12. Organizar a rotina contábil e fiscal A abertura do CNPJ é apenas o começo. Depois dela existem declarações, apuração de impostos, emissão de documentos fiscais, folha ou pró-labore, quando aplicáveis, e outras obrigações. O que é CNAE e por que ele é tão importante? Um dos erros mais comuns de quem decide abrir CNPJ em Osasco é escolher o CNAE apenas porque sua descrição parece semelhante ao serviço realizado. O CNAE influencia diversas questões da empresa, incluindo: Imagine, por exemplo, um profissional que trabalha com consultoria e também desenvolve soluções tecnológicas. Dependendo da forma como as atividades são efetivamente realizadas, podem existir diferentes possibilidades de enquadramento. Por isso, o CNAE deve refletir a realidade da empresa e ser analisado antes da abertura. Qual o melhor regime tributário para uma empresa de serviços? Os principais regimes que podem aparecer na análise são: Para muitas pequenas empresas de serviços, o Simples Nacional para prestadores de serviços merece uma análise especial. O Simples reúne diversos tributos em uma sistemática própria, mas a tributação não é necessariamente igual para todas as empresas. Em determinadas atividades, pode existir a aplicação do Fator R. De forma simplificada, o Fator R relaciona a folha de pagamento e determinados valores de pró-labore com a receita bruta da empresa. Dependendo do resultado e da atividade, a empresa pode ter tratamento tributário diferente dentro das regras aplicáveis. Por isso, não é recomendável escolher o regime tributário apenas porque “o Simples é mais barato”. O ideal é realizar uma simulação considerando faturamento, folha, pró-labore, atividade

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lustração moderna ou foto de alta qualidade mostrando um empreendedor organizando caixas com etiquetas de envio ao lado de um laptop exibindo gráficos de vendas de e-commerce.

Contabilidade para Mercado Livre: Guia Completo para Vendedores e E-commerces

Contabilidade para Mercado Livre: por que o vendedor precisa cuidar da parte fiscal? Vender pelo Mercado Livre pode começar de maneira simples: você compra alguns produtos, cria os anúncios, recebe os primeiros pedidos e começa a enviar as mercadorias. Mas, conforme as vendas aumentam, a operação fica mais complexa. Entram em cena emissão de notas fiscais, controle do faturamento, estoque, impostos, taxas do marketplace, vendas para outros estados, Inscrição Estadual, certificado digital e obrigações fiscais. É justamente nesse momento que muitos vendedores percebem que vender bastante não significa necessariamente ter lucro. Imagine, por exemplo, um vendedor que fatura R$ 30 mil por mês no Mercado Livre. Ele pode olhar para o faturamento e pensar que o negócio está indo muito bem. Porém, depois de considerar custo dos produtos, comissão do marketplace, frete, anúncios, impostos, devoluções e demais despesas, o lucro real pode ser muito menor. Por isso, contabilidade para Mercado Livre não deve ser vista apenas como uma obrigação para pagar impostos. Ela pode ser uma ferramenta para entender a rentabilidade do negócio, escolher o regime tributário adequado e estruturar o crescimento do e-commerce. O próprio Mercado Livre disponibiliza recursos para emissão de NF-e e orienta os vendedores sobre a necessidade de manter corretamente os dados fiscais da operação. Como funciona a contabilidade para quem vende no Mercado Livre? A contabilidade de um vendedor de marketplace precisa acompanhar muito mais do que simplesmente o valor recebido na conta bancária. É necessário analisar, entre outros pontos: Um ponto importante é entender que o dinheiro recebido do Mercado Livre não deve ser automaticamente confundido com o faturamento da empresa. Se uma venda de R$ 200 gera uma comissão, frete ou outro desconto na plataforma, o vendedor precisa compreender corretamente como essa operação deve ser registrada e tributada. O controle financeiro e fiscal precisa separar faturamento, custos, despesas e lucro. Vender no Mercado Livre com CPF ou CNPJ: qual é melhor? Essa é uma das primeiras dúvidas de quem começa a vender pela internet. Vender como Pessoa Física No início, algumas pessoas começam utilizando o próprio CPF. Isso pode parecer mais simples, mas existe uma diferença importante entre realizar vendas ocasionais de bens pessoais e desenvolver uma atividade comercial habitual e organizada. Quando a pessoa passa a comprar produtos com a finalidade de revendê-los de forma recorrente, utilizando marketplace, estoque, fornecedores e estratégia comercial, é importante avaliar a formalização da atividade empresarial. Além das questões tributárias, a utilização de CNPJ pode facilitar a organização da operação, emissão de documentos fiscais e relacionamento com fornecedores e plataformas. Vender com CNPJ Com o CNPJ, o vendedor passa a estruturar o negócio como empresa. Entre as vantagens estão: Para operações profissionais no Mercado Livre, o CNPJ tende a proporcionar uma estrutura muito mais adequada. Quais impostos incidem sobre vendas no Mercado Livre? A tributação depende de fatores como atividade, produto, estado, regime tributário, NCM, substituição tributária e destino da mercadoria. Por isso, não existe uma única alíquota que sirva para todos os vendedores. Simples Nacional Para muitos pequenos e-commerces, o Simples Nacional pode ser uma alternativa interessante. Uma empresa comercial normalmente possui sua receita de comércio tributada no Anexo I, mas é necessário analisar a operação concreta, os produtos comercializados e eventuais situações específicas. O Simples reúne diversos tributos em uma única guia, mas isso não significa que toda obrigação fiscal desapareça. O vendedor ainda precisa cuidar corretamente de documentos fiscais, cadastro dos produtos, estoque, informações fiscais e demais obrigações aplicáveis. Empresas que desejam optar pelo Simples Nacional precisam observar, entre outros requisitos, o limite de receita bruta anual de R$ 4,8 milhões e as demais condições legais. Atenção à alíquota A alíquota efetiva do Simples não deve ser escolhida simplesmente olhando o faturamento do mês. O cálculo considera a receita acumulada e as regras do regime. Por isso, um vendedor que fatura R$ 10 mil por mês pode ter uma tributação diferente de outro que fatura R$ 50 mil mensais. E o Fator R para vendedores do Mercado Livre? O Fator R é um assunto muito conhecido entre prestadores de serviços, mas existe uma confusão frequente entre vendedores de marketplace. Para uma operação exclusivamente de comércio de mercadorias, o Fator R normalmente não é o mecanismo utilizado para determinar o anexo tributário da venda. O Fator R está relacionado a determinadas atividades de prestação de serviços que podem ser tributadas pelo Anexo III ou Anexo V do Simples Nacional. Portanto, se você compra produtos e os revende no Mercado Livre, não deve simplesmente aplicar uma estratégia de Fator R como se fosse uma empresa prestadora de serviços. Por outro lado, se a empresa possuir atividades de comércio e serviços, a análise muda e cada receita deve ser corretamente classificada. Esse é um dos motivos pelos quais a definição correta dos CNAEs é tão importante. Lucro Presumido para Mercado Livre: quando pode fazer sentido? Nem todo e-commerce deve permanecer no Simples Nacional. Dependendo do faturamento, margem de lucro, estrutura de custos, créditos tributários, características dos produtos e operações interestaduais, o Lucro Presumido pode entrar na análise. No Lucro Presumido, a tributação federal considera uma margem de lucro presumida para determinados cálculos, enquanto a empresa também precisa analisar a tributação estadual e demais obrigações. Para atividades comerciais, por exemplo, existem percentuais específicos de presunção para IRPJ e CSLL. Além disso, alterações legislativas recentes tornaram ainda mais importante realizar uma análise tributária atualizada antes de escolher o regime. A Receita Federal informa, por exemplo, mudanças aplicáveis ao Lucro Presumido em 2026, inclusive relacionadas ao acréscimo dos percentuais de presunção sobre determinadas parcelas de receita acima de R$ 5 milhões no ano-calendário. Conclusão: não escolha entre Simples Nacional e Lucro Presumido apenas olhando a alíquota inicial. O correto é simular a operação completa. Vendas para outros estados: o que é DIFAL? Quem vende pelo Mercado Livre frequentemente atende clientes de diferentes estados. Isso pode gerar situações envolvendo o DIFAL — Diferencial de Alíquotas do ICMS. O tratamento depende da operação, do perfil do comprador, da legislação dos estados

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imagem de uma Engenheira usando capacete de proteção e alinhando projetos/plantas técnicas sobre uma mesa com um notebook e uma calculadora ao lado, transmitindo união entre engenharia e gestão

Contabilidade para Engenheiros: O Guia Definitivo para Redução Legal de Impostos e Gestão de CNPJ

Atuar na área de engenharia exige alta precisão técnica, responsabilidade civil e atualização constante. Seja desenhando projetos, gerando laudos, fiscalizando obras ou prestando consultoria, o profissional de engenharia lida diariamente com prazos e normas rígidas. No entanto, quando o assunto é a gestão financeira e tributária, muitos engenheiros acabam enfrentando dúvidas complexas: Seja você um profissional autônomo, alguém migrando do modelo CLT para PJ, ou o sócio de um escritório de engenharia consolidado, entender as particularidades da contabilidade para engenheiros é essencial. Uma gestão tributária estratégica não serve apenas para manter a empresa em dia com o Fisco; ela é uma ferramenta crucial para proteger o seu patrimônio, maximizar os lucros e dar tração ao seu negócio. Neste guia completo preparado pela Pactual Contabilidade, abordaremos tudo o que você precisa saber sobre tributação, regimes fiscais, Fator R, emissão de notas fiscais e como tomar decisões financeiras inteligentes para a sua carreira ou empresa. O que é Contabilidade para Engenheiros e por que ela é diferente? Muitos profissionais acreditam que a contabilidade se resume ao cumprimento de obrigações acessórias e à emissão de guias de impostos. No entanto, a contabilidade para engenharia possui especificidades regulatórias e fiscais que exigem um olhar especializado. Diferente de um comércio tradicional, as empresas de engenharia lidam com: Uma contabilidade especializada em engenharia não apenas entrega obrigações fiscais, mas atua de forma consultiva, analisando a realidade operacional do engenheiro para identificar oportunidades legais de redução da carga tributária. Engenheiro pode trabalhar como Pessoa Física ou Pessoa Jurídica (PJ)? Sim, o engenheiro pode atuar tanto como Pessoa Física (autônomo) quanto como Pessoa Jurídica (empresário/PJ). A escolha do modelo impacta diretamente o valor pago em tributos e a burocracia do dia a dia. 1. Atuação como Pessoa Física (Autônomo) Nesta modalidade, o profissional presta serviços vinculando seu CPF. 2. Atuação como Pessoa Jurídica (PJ) O engenheiro abre um CNPJ e passa a prestar serviços por meio da sua empresa. Resumo: Para faturamentos mensais a partir de R$ 5.000 a R$ 6.000, a atuação como PJ costuma apresentar uma economia tributária expressiva quando comparada à tributação como autônomo (CPF). Engenheiro precisa abrir um CNPJ? Não existe uma obrigatoriedade legal genérica para que todo engenheiro tenha um CNPJ. No entanto, o mercado impõe essa necessidade na prática. Você provavelmente precisará de um CNPJ nas seguintes situações: Quais impostos um engenheiro paga? A carga tributária paga por um profissional de engenharia varia conforme a sua forma de atuação (CPF ou CNPJ) e, no caso de empresas, de acordo com o regime tributário escolhido. Impostos na Pessoa Física (Autônomo) Impostos na Pessoa Jurídica (CNPJ) No modelo empresarial, os impostos cobrados variam de acordo com o enquadramento (Simples Nacional ou Lucro Presumido) e incluem: Engenheiro pode ser optante pelo Simples Nacional? Sim! Empresas de serviços de engenharia podem se enquadrar no Simples Nacional, desde que cumpram os requisitos do regime (como limite de faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e ausência de débitos impeditivos). No entanto, no Simples Nacional, as atividades de engenharia estão sujeitas às regras da tributação pelo Fator R, transitando entre o Anexo III e o Anexo V. Entendendo o Anexo III, Anexo V e o Fator R para Engenheiros A legislação tributária enquadra as atividades intelectuais e regulamentadas — como a engenharia — no Simples Nacional sob uma condição especial vinculada ao volume da folha de pagamento. Como funciona o Fator R? O Fator R é um cálculo percentual que mede a relação entre a folha de salários (incluindo o pró-labore dos sócios e encargos) e a receita bruta da empresa nos últimos 12 meses. $$\text{Fator R} = \frac{\text{Folha de Pagamento nos últimos 12 meses}}{\text{Receita Bruta nos últimos 12 meses}}$$ Atenção: O enquadramento no Anexo III através do Fator R não é automático nem definitivo. Ele requer um acompanhamento mensal detalhado por parte da contabilidade para ajustar o pró-labore dos sócios de forma a manter o percentual acima de 28% de maneira legal e vantajosa. Simples Nacional x Lucro Presumido: Qual o melhor regime tributário? A escolha do regime tributário é uma decisão estratégica que deve ser feita com base em simulações numéricas reais. Não existe uma resposta única aplicável a todos os escritórios. Critério / Regime Simples Nacional Lucro Presumido Alíquota Inicial Efetiva A partir de 6% (Anexo III via Fator R) ou 15,5% (Anexo V). Varia em média de 11,33% a 16,33% (tributos federais + ISS local). INSS Patronal Incluso no DAS (quando no Anexo III). Pago separadamente (20% sobre pró-labore e folha). Complexidade de Cálculo Guia única (DAS), baseada no faturamento e Fator R. Guias separadas para tributos federais e municipais. Indicado para… Faturamento inicial e médio com baixa folha de pagamento (ajustada via Pró-labore). Faturamentos mais altos ou quando o Fator R de 28% exige um pró-labore inviável. Quando considerar o Lucro Presumido? O Lucro Presumido pode se tornar mais vantajoso quando a empresa de engenharia atinge patamares de faturamento elevados em que as alíquotas progressivas dos anexos do Simples Nacional sobem substancialmente, ou em casos onde a empresa não possui interesse ou capacidade operacional de manter o Fator R em 28%. A realização de um planejamento tributário anual conduzido pela Pactual Contabilidade é o caminho seguro para definir o regime ideal para cada momento da sua empresa. Exemplos Práticos: Comparando a Tributação Aviso Importante: Os exemplos a seguir são puramente ilustrativos e hipotéticos. As alíquotas efetivas dependem de legislações locais (ISS da cidade), deduções cabíveis, despesas operacionais e faixas de faturamento acumulado. Uma análise individualizada é indispensável. Exemplo 1: Engenheiro Autônomo (CPF) vs. Engenheiro PJ (Simples Nacional Anexo III) Imagine um engenheiro civil que presta serviços de laudos e laudos periciais com faturamento bruto de R$ 10.000,00 por mês (R$ 120.000,00/ano), sem funcionários. Exemplo 2: Escritório de Engenharia em Expansão Um escritório com faturamento mensal de R$ 50.000,00 que analisa migrar do Simples Nacional (cujas alíquotas progressivas subiram) para o Lucro Presumido. A simulação detalhada determina a mudança exata no momento oportuno, gerando eficiência financeira real. Engenheiro como PJ: Cuidados Fundamentais no

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A contabilidade cuida das obrigações diárias, como livros fiscais e folha de pagamento. Já a consultoria contábil vai além, oferecendo planejamento financeiro e estratégias para melhorar seus resultados, adaptadas ao seu negócio.

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