Pactual Contabilidade Consultoria Contábil, Fiscal e Tributária

Soluções estratégicas para redução de impostos, transparência financeira e conformidade fiscal para empresas e empreendedores digitais.

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Auditoria que Reduz Riscos e Custos

Com auditoria especializada, identificamos falhas e ajudamos a pagar menos impostos com total segurança.

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Contabilidade da Pactual:
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O que nós oferecemos
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Nossa contabilidade especializada organiza suas finanças, garante conformidade e ajuda a pagar menos impostos com estratégias eficazes.

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A Pactual Contabilidade

A Pactual Contabilidade é um escritório sediado em Osasco, dedicado a oferecer serviços contábeis, fiscais e trabalhistas para negócios como pet shops, indústrias, área da saúde, e-commerces, bares, restaurantes, além de empresas de pequeno e médio porte e MEIs. Nosso foco é descomplicar a gestão financeira, transformar desafios em oportunidades e apoiar o crescimento dos clientes com soluções personalizadas.
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magem de um empreendedor de tecnologia brasileiro em escritório moderno, analisando notebook com gráficos financeiros e documentos contábeis, ambiente corporativo sofisticado.

Contabilidade para Empresas de Tecnologia: Guia Completo para Startups, SaaS e Empresas de TI

Contabilidade para empresas de tecnologia: por que ela é tão importante? O setor de tecnologia cresce rapidamente no Brasil. Empresas de desenvolvimento de software, startups, SaaS, consultorias de TI e profissionais especializados em programação podem começar com uma estrutura pequena e, em pouco tempo, alcançar faturamentos expressivos. Mas crescer não significa apenas conquistar clientes e aumentar as vendas. Uma empresa de tecnologia também precisa tomar decisões importantes sobre CNAE, regime tributário, emissão de notas fiscais, pró-labore, folha de pagamento, distribuição de lucros e planejamento tributário. É justamente nesse cenário que a contabilidade para empresas de tecnologia ganha importância. Uma escolha inadequada no início da operação pode gerar uma carga tributária maior, dificuldades para emissão de notas fiscais e problemas fiscais ou societários no futuro. Além disso, empresas de tecnologia possuem características próprias. Uma startup SaaS, por exemplo, funciona de maneira diferente de uma software house que presta serviços sob demanda. Por isso, a contabilidade precisa compreender não apenas os impostos, mas também como o negócio ganha dinheiro, quais serviços presta, como contrata profissionais e quais são seus planos de crescimento. O que é contabilidade para empresas de tecnologia? A contabilidade para empresas de tecnologia é uma abordagem especializada para negócios que atuam com software, sistemas, aplicativos, serviços de TI, SaaS, desenvolvimento, consultoria tecnológica e outras atividades relacionadas. Além das obrigações tradicionais, o contador precisa analisar questões como: Portanto, uma boa contabilidade não deve atuar somente depois que a empresa já faturou. Ela deve participar das decisões desde o início. Quais empresas de tecnologia precisam de contabilidade? A contabilidade especializada pode ser importante para diversos modelos de negócios. Entre eles: Empresas de desenvolvimento de software São empresas que desenvolvem sistemas personalizados para seus clientes ou comercializam soluções próprias. SaaS — Software as a Service São empresas que disponibilizam softwares por assinatura, geralmente com cobrança mensal ou anual. Startups Empresas com modelos inovadores e potencial de crescimento acelerado, que podem receber novos sócios, investidores e aportes. Software houses Empresas especializadas no desenvolvimento de sistemas, aplicativos e soluções digitais. Consultorias de tecnologia Prestadores que oferecem serviços especializados em tecnologia, gestão de sistemas, infraestrutura, segurança, dados e outras áreas. Desenvolvedores e profissionais de TI Programadores, analistas, consultores e outros profissionais que prestam serviços para empresas brasileiras ou estrangeiras também precisam avaliar se é mais adequado atuar como pessoa física ou jurídica. Pessoa Física ou Pessoa Jurídica: o que é melhor para profissionais de tecnologia? Essa é uma das primeiras dúvidas de muitos desenvolvedores e profissionais de TI. Trabalhar como pessoa física pode parecer mais simples inicialmente. Entretanto, conforme o faturamento aumenta e surgem clientes empresariais, a abertura de um CNPJ pode passar a fazer sentido. Como pessoa jurídica, o profissional pode ter uma estrutura empresarial adequada para emissão de notas fiscais, contratação de serviços, organização financeira e planejamento tributário. Por outro lado, abrir um CNPJ também significa assumir responsabilidades, como: Por isso, a decisão não deve ser tomada apenas comparando uma eventual alíquota de imposto. É necessário analisar faturamento, atividade exercida, despesas, margem de lucro, clientes e perspectivas de crescimento. Como abrir uma empresa de tecnologia? Abrir uma empresa de tecnologia não significa simplesmente solicitar um CNPJ. É necessário estruturar corretamente a empresa desde o início. De maneira geral, o processo pode envolver: A escolha do CNAE merece atenção especial. Uma empresa que desenvolve software sob encomenda pode ter características diferentes de uma empresa que licencia uma solução própria ou presta consultoria. Por isso, não existe um CNAE universal para todas as empresas de tecnologia. Qual o melhor regime tributário para uma empresa de tecnologia? Essa é provavelmente uma das perguntas mais importantes para quem está abrindo uma empresa de TI. Os regimes mais comuns que precisam ser avaliados são o Simples Nacional e o Lucro Presumido, além do Lucro Real em situações específicas. A escolha deve ser baseada em planejamento tributário. Simples Nacional O Simples Nacional reúne diversos tributos em uma única sistemática de recolhimento e pode ser interessante para muitas pequenas empresas. Entretanto, a tributação dos serviços de tecnologia depende da atividade efetivamente exercida e das regras aplicáveis. Por isso, não basta pensar: “Minha empresa é pequena, então o Simples Nacional é automaticamente a melhor opção.” É necessário fazer uma simulação. Fator R para empresas de tecnologia O Fator R merece atenção especial em determinadas atividades de tecnologia. A Receita Federal inclui, entre as atividades sujeitas ao Fator R, serviços como elaboração de programas de computador, licenciamento ou cessão de direito de uso de programas, planejamento, manutenção e atualização de páginas eletrônicas, além de determinados serviços técnicos e tecnológicos. De forma simplificada, o Fator R compara a relação entre a folha de salários e a receita bruta da empresa. Quando a atividade está sujeita a essa regra, o resultado pode influenciar o anexo do Simples Nacional utilizado na tributação. Um exemplo hipotético: Imagine uma empresa de tecnologia que faturou R$ 300 mil em determinado período e possui uma folha de salários e demais componentes considerados pela legislação em determinado nível. Dependendo do cálculo do Fator R, a empresa poderá ter um enquadramento tributário diferente de outra empresa com o mesmo faturamento, mas com uma estrutura de folha muito menor. Por isso, pró-labore e folha de pagamento podem ter importância estratégica, mas não devem ser definidos artificialmente apenas para tentar reduzir impostos. A análise deve considerar as regras vigentes e a realidade da empresa. Lucro Presumido para empresas de tecnologia O Lucro Presumido também pode ser uma alternativa para determinadas empresas do setor. Nesse regime, a tributação segue uma metodologia própria para determinação da base de cálculo dos tributos. Uma empresa com faturamento maior e determinada estrutura de custos pode, em algumas situações, encontrar no Lucro Presumido uma alternativa competitiva em relação ao Simples Nacional. Mas o contrário também pode acontecer. Por isso, comparar apenas uma alíquota isolada é um erro. O planejamento deve considerar o conjunto da tributação, incluindo impostos federais, ISS, folha de pagamento e demais obrigações aplicáveis. Quais impostos uma empresa de tecnologia paga? A tributação varia conforme a

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Fisioterapeuta em seu consultório moderno sorrindo enquanto analisa documentos de abertura de empresa e estrutura societária, com notebook e planilha financeira sobre a mesa.

Abrir Empresa de Fisioterapia: Guia Completo para Fisioterapeutas

Introdução Muitos fisioterapeutas iniciam sua carreira atendendo como pessoa física. É uma alternativa comum para quem está recém-formado, ainda possui poucos pacientes ou está testando o mercado antes de montar um consultório. Com o crescimento da carteira de clientes, porém, podem surgir novas necessidades: emitir notas fiscais para empresas, organizar melhor as finanças, contratar profissionais, atender convênios, alugar uma sala ou clínica e separar definitivamente as finanças pessoais das profissionais. É nesse momento que muitos começam a pesquisar como abrir empresa de fisioterapia e quanto custa ter um CNPJ para fisioterapeuta. A abertura de uma empresa pode trazer benefícios de organização e, dependendo da situação, uma estrutura tributária mais adequada. Mas não existe uma fórmula única para todos os profissionais. CNAE, faturamento, despesas, folha de pagamento, pró-labore, município, tipo de atendimento e regime tributário precisam ser analisados em conjunto. Por isso, antes de simplesmente abrir um CNPJ, o ideal é fazer um planejamento contábil. Fisioterapeuta pode abrir empresa? Sim. O fisioterapeuta pode exercer sua atividade como pessoa física ou estruturar uma pessoa jurídica, desde que sejam observadas as exigências profissionais, empresariais, tributárias e sanitárias aplicáveis. O exercício profissional da fisioterapia exige formação adequada e inscrição no CREFITO competente. O registro profissional é uma condição para o exercício da profissão. Também é importante diferenciar consultório profissional de empresa. Em determinadas situações, o profissional autônomo pode manter um consultório registrado em seu próprio nome sem necessariamente possuir CNPJ. Quando opta por constituir uma empresa, entretanto, passam a existir procedimentos próprios de registro da pessoa jurídica e, conforme o caso, registro ou cadastro perante o CREFITO. Portanto, dizer que o profissional “tem uma clínica” não significa automaticamente que ele possui uma empresa. São situações que precisam ser avaliadas de acordo com a estrutura utilizada. Como abrir uma empresa de fisioterapia passo a passo O processo de abrir CNPJ para fisioterapeuta envolve mais do que preencher um cadastro. De forma geral, podemos dividir o processo nas seguintes etapas. 1. Definir como será a atividade Primeiro, é necessário entender exatamente o que o fisioterapeuta fará. Ele atenderá somente pacientes particulares? Prestará serviços para empresas? Trabalhará em domicílio? Terá consultório próprio? Montará uma clínica com outros profissionais? Trabalhará com convênios? Essas respostas ajudam a determinar a estrutura empresarial mais adequada. 2. Escolher o CNAE O CNAE é a classificação utilizada para identificar a atividade econômica da empresa. Para atividades de fisioterapia, o CNAE 8650-0/04 – Atividades de fisioterapia é a classificação diretamente relacionada à atividade. A própria CONCLA/IBGE identifica esse código para atividades de fisioterapia, incluindo referências a clínica, consultório e centro de fisioterapia. Entretanto, o CNAE não deve ser escolhido simplesmente porque “parece ser o código da fisioterapia”. Se a empresa realizar outras atividades, elas também precisam ser analisadas e eventualmente incluídas de maneira adequada. 3. Escolher o tipo jurídico O profissional precisa definir a natureza jurídica da empresa. Dependendo do projeto, pode ser utilizada uma estrutura empresarial individual ou societária. Um fisioterapeuta que pretende trabalhar sozinho, por exemplo, pode ter uma estrutura diferente daquela escolhida por dois ou mais profissionais que desejam abrir uma clínica em conjunto. A escolha deve considerar a realidade do negócio e não apenas a facilidade de abertura. 4. Definir o endereço O endereço é outro ponto importante. Antes de alugar ou comprar um imóvel, é recomendável verificar se a atividade pretendida pode funcionar naquele local. A Redesim orienta que a consulta de viabilidade verifica justamente a possibilidade de exercício das atividades no endereço escolhido. Esse cuidado é especialmente importante para consultórios e clínicas da área da saúde. 5. Fazer a consulta de viabilidade A consulta verifica aspectos relacionados ao endereço e à atividade econômica, além da disponibilidade do nome empresarial. A aprovação da viabilidade permite avançar para as etapas seguintes da constituição da empresa. 6. Registrar a empresa e obter o CNPJ Depois da viabilidade, são preparados os documentos constitutivos e realizados os procedimentos de registro. A Redesim integra informações de diferentes órgãos e permite realizar etapas relacionadas ao registro, inscrições tributárias e CNPJ. 7. Providenciar inscrições e licenças Depois da constituição, ainda podem existir inscrições e licenças municipais e outras autorizações necessárias. No caso de atividades relacionadas à saúde, é fundamental verificar as exigências de licenciamento sanitário, funcionamento, prevenção contra incêndios e demais requisitos aplicáveis ao estabelecimento. 8. Regularizar a empresa perante o CREFITO A empresa que tem como atividade básica a prestação de serviços de fisioterapia deve observar as regras do Conselho Regional competente. Dependendo da estrutura, pode haver registro de pessoa jurídica, responsável técnico e outras exigências. Os procedimentos podem variar conforme o CREFITO da jurisdição. Quais CNAEs podem ser utilizados por fisioterapeutas? O principal CNAE relacionado diretamente à atividade é o 8650-0/04 – Atividades de fisioterapia. Mas é importante não transformar essa informação em uma regra automática. Imagine, por exemplo, um profissional que realiza fisioterapia e também desenvolve outra atividade empresarial. O enquadramento precisará refletir o que a empresa efetivamente realiza. Um CNAE inadequado pode gerar problemas relacionados a tributação, licenciamento, emissão de notas fiscais e enquadramentos perante órgãos públicos. Por isso, antes de definir o CNAE de fisioterapia, vale fazer uma análise contábil da atividade efetivamente exercida. Quanto custa abrir uma empresa de fisioterapia? Não existe um valor único para responder quanto custa abrir uma empresa de fisioterapia. Os custos podem envolver: É importante separar taxas públicas de honorários do contador. Além disso, abrir o CNPJ é apenas parte do investimento. O fisioterapeuta também precisa considerar aluguel, equipamentos, sistema de gestão, materiais, marketing, funcionários, impostos, pró-labore e demais despesas operacionais. Por isso, uma proposta de abertura deve ser elaborada de acordo com o município e a estrutura planejada. Qual o melhor regime tributário para fisioterapeuta? Essa é uma das perguntas mais importantes antes de abrir um CNPJ. Entre as possibilidades que podem ser analisadas estão: Para muitos pequenos negócios de fisioterapia, o Simples Nacional merece uma análise especial. Entretanto, não significa que ele será automaticamente a melhor opção. Simples Nacional e o Fator R A fisioterapia está entre as atividades sujeitas à regra

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Empreendedor brasileiro prestador de serviços trabalhando em escritório moderno em Osasco-SP, analisando documentos de abertura de empresa em um notebook, documentos empresariais, calculadora e celular sobre a mesa, ambiente profissional, elementos sutis que remetam à cidade de Osasco, fotografia corporativa realista, iluminação natural, composição sofisticada, identidade visual em azul, branco e cinza claro, sem textos, sem logotipos

Como abrir empresa de prestação de serviço em Osasco: guia completo

Como abrir empresa de prestação de serviço em Osasco? Começar a prestar serviços como pessoa física pode ser uma alternativa simples no início. Porém, conforme o negócio cresce, surgem novas necessidades: emitir nota fiscal, atender empresas, aumentar o faturamento, organizar melhor as finanças e separar o dinheiro pessoal do dinheiro do negócio. É nesse momento que muitos profissionais começam a pesquisar como abrir empresa de prestação de serviço em Osasco. A abertura de um CNPJ pode proporcionar uma estrutura mais adequada para o crescimento da atividade, mas não significa simplesmente “abrir um CNPJ e começar a trabalhar”. É necessário analisar a atividade exercida, escolher corretamente o CNAE, definir a natureza jurídica, verificar a viabilidade do endereço, escolher o regime tributário e cumprir as obrigações municipais e fiscais. Em Osasco-SP, contar com orientação de um contador em Osasco pode tornar esse processo mais seguro e ajudar o empreendedor a evitar decisões que podem gerar custos ou problemas tributários no futuro. O que é uma empresa de prestação de serviços? Uma empresa de prestação de serviços é aquela cuja atividade principal está relacionada à execução de serviços para clientes, sejam eles pessoas físicas ou outras empresas. Existem inúmeras possibilidades, como: Cada atividade possui características próprias. Por isso, o CNAE para prestação de serviços precisa ser escolhido de acordo com aquilo que a empresa realmente realiza. Uma escolha inadequada pode afetar o enquadramento tributário, a emissão de notas fiscais, as obrigações acessórias e até a necessidade de determinadas licenças. Quem presta serviços precisa abrir um CNPJ? Não existe uma resposta única para todos os profissionais. Dependendo da atividade, do faturamento, do perfil dos clientes e da forma como o trabalho é realizado, pode existir a possibilidade de atuar como pessoa física. Entretanto, em determinadas situações, abrir uma empresa passa a ser mais interessante. Pessoa Física x Pessoa Jurídica Pessoa Física (CPF) Pessoa Jurídica (CNPJ) Estrutura inicial mais simples Estrutura empresarial formalizada Pode ter limitações para atender empresas Facilita contratos com empresas Tributação conforme as regras aplicáveis à pessoa física Pode permitir enquadramentos empresariais específicos Menor estrutura administrativa Exige controle contábil e fiscal Pode haver dificuldade para separar finanças pessoais e profissionais Facilita a organização financeira empresarial Não possui CNPJ Possibilita emissão de documentos fiscais como empresa, conforme as regras aplicáveis Isso não significa que o CNPJ seja automaticamente melhor. A decisão deve considerar faturamento, atividade, despesas, tributação, perfil dos clientes e perspectivas de crescimento. Por exemplo, um profissional que começa sozinho e atende poucas pessoas pode ter uma realidade completamente diferente de um consultor que fatura R$ 20 mil por mês e presta serviços regularmente para grandes empresas. Quais são os primeiros passos para abrir uma empresa de prestação de serviços em Osasco? O processo de abertura de empresa em Osasco pode envolver diferentes etapas. De maneira geral, o empreendedor deve observar: 1. Definir a atividade Antes de pensar no CNPJ, é necessário saber exatamente quais serviços serão prestados. Quanto mais clara for a descrição da atividade, mais fácil será identificar o enquadramento adequado. 2. Escolher o CNAE CNAE significa Classificação Nacional de Atividades Econômicas. É o código utilizado para identificar a atividade econômica exercida pela empresa. Uma empresa pode ter atividade principal e atividades secundárias, quando aplicável. 3. Definir a natureza jurídica É necessário escolher a estrutura jurídica adequada para a empresa, considerando fatores como quantidade de sócios, responsabilidade e características do negócio. 4. Definir os sócios Caso a empresa tenha mais de um integrante, é necessário definir a participação de cada sócio e as regras societárias. 5. Fazer a consulta de viabilidade A viabilidade verifica se a atividade pode ser exercida no endereço pretendido e se existem outras condições que precisam ser observadas. Esse cuidado é especialmente importante para quem pretende abrir empresa em Osasco trabalhando de casa. 6. Registrar a empresa Depois das etapas preparatórias, são realizados os procedimentos necessários para constituição e registro empresarial. 7. Obter o CNPJ Com o processo aprovado, a empresa passa a possuir seu Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica. 8. Providenciar a inscrição municipal, quando aplicável Empresas prestadoras de serviços normalmente precisam observar as exigências municipais relacionadas à sua atividade. 9. Verificar licenças e alvarás Dependendo da atividade e do endereço, podem existir licenças ou autorizações específicas. 10. Escolher o regime tributário A empresa precisa ser enquadrada no regime tributário adequado à sua realidade. 11. Habilitar a emissão de nota fiscal Depois da regularização necessária, o prestador poderá cumprir os procedimentos exigidos para emissão de nota fiscal de serviço. 12. Organizar a rotina contábil e fiscal A abertura do CNPJ é apenas o começo. Depois dela existem declarações, apuração de impostos, emissão de documentos fiscais, folha ou pró-labore, quando aplicáveis, e outras obrigações. O que é CNAE e por que ele é tão importante? Um dos erros mais comuns de quem decide abrir CNPJ em Osasco é escolher o CNAE apenas porque sua descrição parece semelhante ao serviço realizado. O CNAE influencia diversas questões da empresa, incluindo: Imagine, por exemplo, um profissional que trabalha com consultoria e também desenvolve soluções tecnológicas. Dependendo da forma como as atividades são efetivamente realizadas, podem existir diferentes possibilidades de enquadramento. Por isso, o CNAE deve refletir a realidade da empresa e ser analisado antes da abertura. Qual o melhor regime tributário para uma empresa de serviços? Os principais regimes que podem aparecer na análise são: Para muitas pequenas empresas de serviços, o Simples Nacional para prestadores de serviços merece uma análise especial. O Simples reúne diversos tributos em uma sistemática própria, mas a tributação não é necessariamente igual para todas as empresas. Em determinadas atividades, pode existir a aplicação do Fator R. De forma simplificada, o Fator R relaciona a folha de pagamento e determinados valores de pró-labore com a receita bruta da empresa. Dependendo do resultado e da atividade, a empresa pode ter tratamento tributário diferente dentro das regras aplicáveis. Por isso, não é recomendável escolher o regime tributário apenas porque “o Simples é mais barato”. O ideal é realizar uma simulação considerando faturamento, folha, pró-labore, atividade

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