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A Pactual Contabilidade

A Pactual Contabilidade é um escritório sediado em Osasco, dedicado a oferecer serviços contábeis, fiscais e trabalhistas para negócios como pet shops, indústrias, área da saúde, e-commerces, bares, restaurantes, além de empresas de pequeno e médio porte e MEIs. Nosso foco é descomplicar a gestão financeira, transformar desafios em oportunidades e apoiar o crescimento dos clientes com soluções personalizadas.
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imagem destacada editorial em formato horizontal 16:9, com um empresário emitindo uma nota fiscal em um notebook, em um escritório moderno

Simples Nacional: veja o que muda na emissão de notas fiscais de serviço a partir de 1º de novembro de 2026

Se sua empresa está enquadrada no Simples Nacional e presta serviços, atenção: a partir de 1º de novembro de 2026, haverá uma mudança importante na forma de emitir notas fiscais de serviços. As Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) optantes pelo Simples Nacional deverão utilizar obrigatoriamente o Emissor Nacional da Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e), deixando de utilizar os sistemas próprios das prefeituras para a emissão de novas notas fiscais. A mudança faz parte do processo de padronização nacional dos documentos fiscais e está relacionada à modernização do sistema tributário brasileiro, dentro do contexto da Reforma Tributária. Na prática, isso significa que empresas prestadoras de serviços precisarão conhecer o novo ambiente de emissão, verificar seus procedimentos internos e garantir que estejam preparadas para cumprir a obrigação. Mas afinal, quem será obrigado a utilizar o sistema nacional? O que acontece com as empresas que atualmente emitem notas pelo portal da prefeitura? Será necessário pagar alguma taxa? E como fica a emissão de notas fiscais com as mudanças da Reforma Tributária? Neste artigo, a Pactual Contabilidade explica os principais pontos para que sua empresa faça essa transição sem complicações. 1. O que muda na emissão de notas fiscais de serviço a partir de novembro de 2026? A principal mudança é a obrigatoriedade de utilização do Emissor Nacional da Nota Fiscal de Serviço eletrônica para as Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional. Até então, dependendo do município, o empresário podia emitir suas notas fiscais diretamente pelo sistema disponibilizado pela prefeitura ou por meio de plataformas integradas. A partir de 1º de novembro de 2026, para as novas prestações de serviços com competência a partir dessa data, a emissão deverá ocorrer exclusivamente pelo ambiente nacional. Isso significa que, mesmo que a prefeitura do município continue disponibilizando seu próprio sistema de emissão, as empresas abrangidas pela nova regra deverão utilizar o Emissor Nacional. A obrigatoriedade foi estabelecida pela Resolução CGSN nº 191/2026, que alterou a regulamentação do Simples Nacional. É importante destacar que a medida não representa uma mudança na forma de recolhimento dos tributos do Simples Nacional neste primeiro momento. A alteração de novembro está relacionada principalmente ao ambiente utilizado para emissão da nota fiscal. 2. Quais empresas do Simples Nacional serão obrigadas a utilizar o Emissor Nacional? A nova exigência alcança as Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) optantes pelo Simples Nacional que realizam prestações de serviços sujeitas à emissão de Nota Fiscal de Serviço eletrônica. Portanto, a mudança não está restrita a uma profissão ou segmento específico. Entre as atividades que podem ser afetadas estão: Se sua empresa presta serviços e está enquadrada como ME ou EPP no Simples Nacional, é importante verificar como será feita a emissão das notas fiscais a partir de novembro. Atenção: a mudança também não depende de o município já ter aderido anteriormente ao sistema nacional. A partir da data estabelecida, a obrigatoriedade alcança as empresas abrangidas pela norma em todo o território nacional. 3. O que é o Emissor Nacional da Nota Fiscal de Serviço? O Emissor Nacional da NFS-e é uma plataforma desenvolvida para padronizar a emissão de notas fiscais de serviços em todo o Brasil. O objetivo é reduzir a diversidade de sistemas municipais, facilitar o cumprimento das obrigações fiscais e permitir o compartilhamento de informações entre os municípios e a administração tributária. Atualmente, existem diferentes sistemas de emissão de notas fiscais de serviços no país. Cada prefeitura pode possuir seu próprio portal, regras operacionais e procedimentos de acesso. Com a padronização nacional, o ambiente de emissão passa a ser centralizado. O sistema disponibiliza duas modalidades principais: Emissor Web É a modalidade acessada diretamente pelo navegador de internet. O empresário ou responsável pela emissão pode preencher as informações da prestação de serviço e gerar a nota fiscal eletrônica. Emissão por API É uma alternativa destinada principalmente às empresas que utilizam sistemas de gestão, softwares financeiros ou plataformas de emissão integradas. Nesse caso, o sistema da empresa pode se comunicar diretamente com o ambiente nacional, desde que esteja devidamente adaptado às especificações técnicas exigidas. O acesso ao portal oficial pode ser realizado pelo endereço: 4. Como emitir nota fiscal de serviço pelo Emissor Nacional? Para quem está acostumado a utilizar o sistema da prefeitura, a mudança pode exigir alguma adaptação. De maneira geral, o processo de emissão pelo Emissor Nacional envolve as seguintes etapas: 1. Acessar o sistema Entre no portal do Emissor Nacional da NFS-e e selecione a opção de acesso disponível. 2. Realizar a identificação O acesso pode ser feito pelas modalidades disponibilizadas na plataforma, incluindo conta gov.br ou certificado digital, conforme as condições de utilização. 3. Verificar os dados da empresa Confira se os dados cadastrais do prestador estão corretos, especialmente CNPJ, endereço, município e informações relacionadas à atividade econômica. 4. Informar os dados do tomador Preencha as informações do cliente que contratou o serviço, incluindo CPF ou CNPJ, conforme aplicável. 5. Descrever o serviço prestado Informe corretamente a atividade realizada, o código de tributação correspondente, o município de incidência e os demais dados solicitados pelo sistema. 6. Informar o valor do serviço Preencha o valor cobrado e confira as informações tributárias aplicáveis à operação. 7. Emitir a nota fiscal Após revisar os dados, conclua a emissão e disponibilize o documento fiscal ao cliente. É fundamental que o empresário não trate a emissão da nota como uma simples operação administrativa. O preenchimento incorreto de informações fiscais pode gerar divergências na apuração dos tributos e problemas no cumprimento das obrigações acessórias. Por isso, a orientação do contador continua sendo fundamental. 5. Minha empresa está em Osasco. Vou precisar deixar de utilizar o sistema da prefeitura? Sim, se sua empresa estiver enquadrada como ME ou EPP optante pelo Simples Nacional e prestar serviços sujeitos à emissão de NFS-e. A partir de 1º de novembro de 2026, as novas notas fiscais de serviços deverão ser emitidas pelo ambiente nacional, independentemente de o município possuir sistema próprio. Isso também vale para empresas estabelecidas em Osasco e

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imagem editorial realista, em formato horizontal 16:9, mostrando um profissional de marketing digital trabalhando em um escritório moderno, analisando gráficos de desempenho de campanhas em dois monitores. Ambiente profissional, iluminação natural, paleta azul, branco e cinza-claro, transmitindo organização, crescimento e profissionalismo

Gestor de tráfego precisa de CNPJ? Entenda como formalizar sua atividade

Você trabalha como gestor de tráfego pago, administra campanhas no Google Ads ou Meta Ads e está começando a conquistar seus primeiros clientes? Ou já atende empresas todos os meses, recebe pagamentos recorrentes e quer entender como formalizar sua atividade? Uma das dúvidas mais comuns entre esses profissionais é: gestor de tráfego precisa de CNPJ para trabalhar? A resposta depende da forma como você presta seus serviços, das exigências dos seus clientes e das obrigações legais aplicáveis à sua atividade. Embora seja possível exercer determinadas atividades como pessoa física, abrir uma empresa pode facilitar a contratação por outras empresas, a emissão de notas fiscais e a organização financeira do negócio. Entretanto, antes de abrir um CNPJ, é importante avaliar qual atividade será registrada, quais impostos poderão ser cobrados e qual formato empresarial faz sentido para a sua realidade. Neste guia, você vai entender como funciona a formalização para gestores de tráfego, quais são as alternativas ao MEI, como funciona a tributação e quais cuidados tomar antes de abrir sua empresa. 1. Gestor de tráfego precisa de CNPJ para trabalhar? Não existe uma regra geral segundo a qual todo profissional que trabalha como gestor de tráfego precise obrigatoriamente ter CNPJ apenas por exercer essa atividade. Em determinadas situações, é possível prestar serviços como pessoa física, observando as regras tributárias, previdenciárias e municipais aplicáveis. Na prática, porém, muitos profissionais optam pela formalização porque seus clientes exigem nota fiscal, precisam contratar fornecedores formalizados ou preferem manter contratos com empresas. A abertura de um CNPJ também pode ajudar a separar as movimentações financeiras pessoais das profissionais e organizar melhor as receitas e despesas da atividade. Considere dois exemplos: Exemplo 1: profissional iniciante Carlos começou a administrar campanhas de anúncios para dois pequenos negócios e ainda está avaliando se pretende transformar a atividade em sua principal fonte de renda. Ele precisa verificar como declarar os rendimentos recebidos como pessoa física e quais obrigações se aplicam ao seu caso. Exemplo 2: gestor com carteira de clientes Mariana atende seis empresas, cobra mensalidades pelos serviços de gestão de anúncios e pretende ampliar sua carteira. Como seus clientes solicitam notas fiscais, ela precisa avaliar a abertura de uma empresa e o enquadramento tributário mais adequado. Nos dois casos, a decisão deve considerar a atividade realmente exercida, o volume de receitas, os custos e as exigências dos contratantes. Importante: ter CNPJ não significa, automaticamente, pagar menos impostos. A vantagem depende de uma comparação correta entre as alternativas disponíveis. 2. Gestor de tráfego pode ser MEI? Essa é uma das principais dúvidas de quem está começando no marketing digital. O Microempreendedor Individual (MEI) possui regras simplificadas de formalização e recolhimento de tributos. Entretanto, ele não está disponível para qualquer atividade profissional. Para se formalizar como MEI, é necessário exercer uma ocupação que esteja na lista oficial de atividades permitidas e cumprir as demais condições exigidas para essa modalidade. O governo orienta que o empreendedor verifique a descrição da ocupação e confirme se ela corresponde exatamente ao trabalho realizado. Não basta encontrar um CNAE aparentemente parecido com o serviço prestado. A lista oficial pode ser consultada no Portal do Empreendedor. E quem trabalha com gestão de tráfego pago? Um profissional que configura campanhas, planeja anúncios, acompanha métricas, administra investimentos publicitários e presta serviços de publicidade precisa ter sua atividade analisada corretamente. Dependendo do trabalho realizado, podem existir diferenças entre gestão de campanhas publicitárias, promoção de vendas, consultoria de marketing e outras atividades relacionadas. Essas diferenças importam porque cada atividade possui características próprias para fins de classificação econômica e tributação. Não é recomendável escolher uma ocupação de MEI apenas porque ela parece semelhante ao trabalho de gestor de tráfego. A atividade efetivamente exercida precisa corresponder ao enquadramento escolhido. Caso a ocupação não seja permitida ao MEI, isso não significa que o profissional não possa abrir uma empresa. Existem outras formas de formalização. 3. Qual tipo de empresa um gestor de tráfego pode abrir? Quando o MEI não é uma alternativa adequada, o profissional pode avaliar outras naturezas jurídicas. A escolha deve considerar a quantidade de sócios, a estrutura do negócio, as responsabilidades assumidas e o enquadramento tributário possível. Empresário Individual (EI) O Empresário Individual exerce atividade empresarial em nome próprio, sem a constituição de uma sociedade. Essa modalidade pode ser considerada por quem pretende trabalhar sozinho, mas é importante avaliar suas características jurídicas, especialmente a questão da responsabilidade patrimonial. Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) A Sociedade Limitada Unipessoal permite constituir uma sociedade limitada com apenas um sócio. Apesar de ter um único titular, a empresa possui personalidade jurídica própria. Em regra, a responsabilidade do sócio é limitada, observadas as disposições legais e as situações excepcionais previstas na legislação. Para um gestor de tráfego que trabalha sozinho e deseja estruturar uma empresa, a SLU pode ser uma alternativa interessante. Ela permite desenvolver a atividade empresarial sem a necessidade de incluir um sócio apenas para constituir a sociedade. E o nome empresarial? O nome empresarial precisa seguir as regras aplicáveis à natureza jurídica escolhida e aos procedimentos de registro. O nome fantasia, por sua vez, pode ser utilizado para identificar comercialmente a empresa, observadas as regras pertinentes. A definição desses elementos faz parte do processo de formalização e deve ser feita de acordo com a situação de cada negócio. 4. Qual CNAE utilizar para gestor de tráfego? O CNAE é a Classificação Nacional de Atividades Econômicas utilizada para identificar as atividades desenvolvidas por uma empresa. Escolher corretamente o CNAE é uma das etapas mais importantes da abertura do CNPJ, porque a classificação influencia o enquadramento tributário, o cadastro municipal e outras obrigações relacionadas à atividade. No marketing digital, é necessário distinguir serviços que podem parecer semelhantes, mas possuem características diferentes. Por exemplo: Um profissional pode prestar apenas um desses serviços ou combinar várias atividades. Por isso, não existe um único CNAE que deva ser indicado automaticamente para qualquer pessoa que se apresente como gestor de tráfego. A classificação deve refletir os serviços efetivamente prestados, e não apenas o nome utilizado pelo profissional para divulgar

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Fotografia editorial corporativa profissional, realista e natural, em formato horizontal 16:9. Mostrar um contador brasileiro experiente conversando com um pequeno empresário em um escritório moderno, organizado e acolhedor. Ambos estão sentados à mesa, analisando documentos financeiros e fiscais genéricos e informações em um notebook, demonstrando atenção, confiança e colaboração. A cena deve transmitir análise tributária, organização financeira, orientação profissional e tomada de decisões empresariais. Utilizar iluminação natural suave, composição fotográfica elegante e predominância de azul, branco e cinza-claro, alinhada à identidade visual de um escritório contábil brasileiro. Aparência humana e espontânea, sem poses artificiais. Não incluir logotipos, nomes de empresas, textos legíveis, números identificáveis, notas fiscais legíveis ou símbolos oficiais de órgãos públicos. Alta qualidade fotográfica, estilo editorial corporativo, proporção horizontal

Como Saber se Sua Empresa Está Pagando Impostos a Mais?

Pagar impostos faz parte da rotina de qualquer empresa, mas você já parou para avaliar se os tributos do seu negócio estão sendo calculados corretamente? Muitos empresários acompanham o faturamento, as despesas e o saldo bancário, mas não sabem exatamente como os impostos são calculados ou se o enquadramento tributário continua adequado à realidade da empresa. Dependendo da atividade, do faturamento, da folha de pagamento e das características das operações, podem existir erros de apuração ou oportunidades legais de melhorar a eficiência tributária. O problema é que, sem uma análise adequada, o empresário pode continuar recolhendo valores incorretos ou deixar de identificar alternativas tributárias que merecem ser avaliadas. Neste artigo, você vai conhecer sete situações que merecem atenção, entender como funciona uma revisão tributária e descobrir quando procurar um contador para avaliar os impostos da sua empresa. É possível uma empresa pagar mais impostos do que deveria? Sim. Uma empresa pode recolher tributos em valores superiores aos efetivamente devidos por diferentes motivos, como erros de cálculo, classificação incorreta das receitas ou aplicação inadequada de determinadas regras tributárias. Também pode acontecer de a empresa utilizar um regime tributário que deixou de ser o mais adequado à sua realidade, embora isso precise ser demonstrado por meio de uma análise comparativa. É importante distinguir duas situações. A primeira é o pagamento indevido ou a maior. Nesse caso, pode existir um erro na apuração ou no recolhimento de determinado tributo. A segunda é a possibilidade de melhorar o planejamento tributário. A empresa pode estar pagando os impostos corretamente, mas ainda precisa avaliar se existem alternativas legais compatíveis com suas atividades e características. Essas situações não são iguais e exigem procedimentos diferentes. Por isso, antes de concluir que está pagando impostos a mais, o empresário precisa analisar a documentação fiscal, os cálculos realizados e as regras aplicáveis ao negócio. 7 situações que podem indicar a necessidade de uma revisão tributária Existem alguns sinais que justificam uma análise mais cuidadosa dos impostos da empresa. Eles não comprovam, isoladamente, que houve pagamento indevido, mas ajudam a identificar pontos que merecem investigação. 1. O regime tributário nunca foi reavaliado A escolha do regime tributário influencia a forma como os impostos são calculados e recolhidos. No Brasil, empresas que atendem aos requisitos legais podem estar enquadradas no Simples Nacional ou, conforme as condições aplicáveis, ser tributadas pelo Lucro Presumido ou Lucro Real. O problema aparece quando o empresário mantém a mesma estrutura tributária durante anos sem verificar se ela continua adequada. Uma empresa pode aumentar significativamente o faturamento, contratar funcionários, modificar suas atividades ou passar a trabalhar com margens diferentes. Essas mudanças podem alterar o resultado de uma comparação tributária. Exemplo prático: uma empresa de prestação de serviços cresceu e aumentou sua folha de pagamento. Dependendo da atividade e das regras aplicáveis, essa mudança pode influenciar o cálculo dos tributos ou a comparação entre regimes. Isso não significa que mudar de regime necessariamente reduzirá os impostos. Significa que pode ser oportuno realizar uma simulação com dados reais. 2. As receitas podem estar sendo classificadas incorretamente A forma como as receitas são identificadas e classificadas pode interferir na apuração tributária. Uma empresa pode desenvolver atividades diferentes, comercializar produtos e prestar serviços, ou receber valores sujeitos a tratamentos fiscais distintos. Quando essas receitas não são identificadas corretamente, existe o risco de aplicar regras inadequadas. No Simples Nacional, por exemplo, determinadas receitas precisam ser segregadas conforme a natureza da operação e as regras aplicáveis. Por isso, é importante verificar se a escrituração e as informações utilizadas na apuração representam adequadamente as operações realizadas. 3. Podem existir erros na aplicação das alíquotas O cálculo dos tributos depende das regras específicas de cada regime e da natureza das operações. No Simples Nacional, por exemplo, o cálculo não consiste simplesmente em aplicar uma alíquota fixa sobre o faturamento mensal. Em regra, é necessário considerar a receita bruta acumulada nos 12 meses anteriores, o anexo aplicável e as demais regras pertinentes. Dependendo da atividade, também podem existir particularidades relacionadas à segregação de receitas, ao fator R e à incidência de determinados tributos. Um erro na parametrização do sistema ou na interpretação das regras pode comprometer a apuração. A revisão deve conferir os dados informados, os critérios utilizados e os valores efetivamente recolhidos. 4. Os CNAEs não refletem adequadamente as atividades realizadas Os CNAEs identificam as atividades econômicas registradas para a empresa. É importante que o cadastro empresarial seja compatível com as atividades efetivamente exercidas. Entretanto, a análise tributária não deve se limitar ao código cadastrado: é necessário compreender a operação real e a legislação aplicável. Se a empresa começou a prestar um novo serviço ou passou a comercializar outros produtos, por exemplo, pode ser necessário revisar o cadastro e avaliar os efeitos fiscais da mudança. O objetivo não é alterar o CNAE apenas para tentar reduzir impostos, mas assegurar que o registro empresarial e a apuração tributária sejam coerentes com a atividade efetivamente desenvolvida. 5. As receitas do Simples Nacional podem não estar sendo segregadas corretamente Empresas optantes pelo Simples Nacional precisam informar corretamente suas receitas no Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional — Declaratório (PGDAS-D). Conforme a atividade e as características da receita, podem existir regras específicas para a apuração. Se todas as receitas forem informadas de maneira inadequada, o cálculo poderá não refletir corretamente a tributação aplicável. Por isso, vale conferir se os valores declarados correspondem às notas fiscais, às operações realizadas e à classificação tributária pertinente. O procedimento correto depende da atividade e das regras vigentes para cada tipo de receita. 6. Retenções tributárias e eventuais créditos não são analisados adequadamente Dependendo do regime tributário e da operação, a empresa pode sofrer retenções de tributos na fonte ou ter valores que precisam ser considerados na apuração. Se essas informações não forem tratadas corretamente, podem surgir divergências entre os valores retidos, declarados e recolhidos. Em determinadas situações, também pode existir um pagamento indevido ou a maior que justifique a análise de um pedido de restituição ou de compensação. A possibilidade

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Separamos algumas questões que podem te ajudar. Caso ainda tenha dúvida, entre em contato conosco

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O que a Pactual Contabilidade oferece?

Oferecemos serviços de contabilidade, consultoria tributária, consultoria contábil e auditoria, personalizados para pet shops, indústrias, área da saúde, e-commerces, bares e restaurantes e empresas de médio porte. Nosso foco é organizar suas finanças e impulsionar seu crescimento.

 

Atendemos negócios de diversos portes e setores, como donos de pet shops, gestores de indústrias, profissionais da saúde, empreendedores de e-commerce, proprietários de bares e restaurantes e empresas de médio porte que buscam soluções financeiras práticas e estratégicas.

Analisamos sua operação e identificamos oportunidades legais de redução de carga tributária, ajustando seu enquadramento fiscal e aproveitando benefícios específicos para seu segmento, seja ele saúde, e-commerce ou outro.

A contabilidade cuida das obrigações diárias, como livros fiscais e folha de pagamento. Já a consultoria contábil vai além, oferecendo planejamento financeiro e estratégias para melhorar seus resultados, adaptadas ao seu negócio.

Após o primeiro contato, avaliamos suas necessidades em até 48 horas e iniciamos o processo de transição ou implementação. O prazo exato depende da complexidade do seu negócio, mas nosso objetivo é agilidade.

Sim! Prestamos serviços em todo o Brasil, com atendimento remoto eficiente e suporte adaptado às particularidades fiscais de cada região.

Com certeza! Atendemos desde pequenos pet shops e restaurantes até indústrias e empresas de médio porte. Personalizamos nossos serviços para que você tenha o suporte certo, sem pagar por algo que não precisa.

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Sim, realizamos auditorias detalhadas para garantir a transparência e a conformidade do seu negócio, identificando pontos de melhoria e reduzindo riscos financeiros.

Geralmente, pedimos documentos básicos como contrato social, faturamento recente e últimas declarações fiscais. Após a análise inicial, informamos se algo mais é necessário.