Pactual Contabilidade Consultoria Contábil, Fiscal e Tributária
Soluções estratégicas para redução de impostos, transparência financeira e conformidade fiscal para empresas e empreendedores digitais.
Por Que Escolher Pactual Contabilidade?
Consultoria Tributária para Economia Real
Auditoria que Garante Segurança
Consultoria Contábil Sob Medida
Contabilidade com Foco em Resultados
Cultivando a excelência em todos os quesitos
Conte conosco para impulsionar o sucesso do seu negócio enquanto cuidamos dos números para você.
- Atendimento via WhatsApp E-maIl e Videocoferência;
- Contadores exclusivos para o seu segmento;
- Planos de acordo com o seu perfil;
- Serviços personalizados, ágeis e seguros;
As melhores soluções
Contabeis Para o Seu Negócio
Simplifique a gestão da sua empresa com serviços contábeis completos e personalizados.
Simplifique seus Impostos e Lucre Mais:
Planejamento Contábil que Impulsiona seu Sucesso:
Quem deve contratar o Nosso Escritório de Contabilidade?
Oferecemos soluções contábeis, fiscais, trabalhistas e financeiras para empresas, garantindo segurança, conformidade e crescimento.
Donos de Pet Shops Lucrativos
Se você tem um pet shop e precisa organizar as finanças, reduzir impostos e ter mais tempo para cuidar dos animais e clientes, nosso escritório de contabilidade entrega a solução perfeita para seu negócio prosperar.
Indústrias Eficientes
Para gestores industriais que querem controle total sobre custos, tributação e conformidade fiscal, oferecemos uma contabilidade estratégica que acompanha o ritmo da sua operação e impulsiona o crescimento.
Profissionais da Saúde
Clínicas, consultórios e hospitais da área da saúde contam com nosso escritório para gerenciar finanças, cumprir normas do setor e manter o foco no essencial: salvar vidas e atender pacientes com excelência.
E-commerces Vencedores
Se você gerencia um e-commerce e quer entender os números por trás das vendas online, nosso escritório organiza sua contabilidade, otimiza tributos e te ajuda a transformar cliques em lucros reais.
Bares e Restaurantes
Para donos de bares e restaurantes que precisam controlar custos, lidar com sazonalidade e manter as contas no azul, nossa contabilidade traz clareza e estratégias para seu negócio prosperar o ano todo.
Empresas de Pequeno, Médio porte e Mei
Se sua empresa de médio porte está crescendo e precisa de uma contabilidade robusta para suportar expansão, reduzir riscos fiscais e planejar o futuro, nosso escritório é o parceiro que te leva mais longe com segurança.
Pague Menos Impostos
com Auditoria e Consultoria
Soluções em consultoria tributária e contábil para reduzir impostos e garantir seu crescimento seguro.
Contabilidade Especializada no seu segmento
Você já pensou em contar com uma contabilidade que realmente entende as necessidades do seu negócio? Com expertise no seu segmento, oferecemos soluções personalizadas para garantir mais segurança e crescimento.
Especialização no Seu Setor
Nossos especialistas conhecem as particularidades do seu mercado, proporcionando um serviço contábil mais eficiente e estratégico.
Gestão Financeira Inteligente
Otimizamos sua contabilidade para reduzir custos, aumentar sua lucratividade e manter tudo em conformidade com a legislação.
Auditoria que Reduz Riscos e Custos
Com auditoria especializada, identificamos falhas e ajudamos a pagar menos impostos com total segurança.
Auditoria que Reduz Riscos e Custos
Com auditoria especializada, identificamos falhas e ajudamos a pagar menos impostos com total segurança.
Transparência com Auditoria Especializada
Auditoria confiável que oferece clareza financeira e suporte para conformidade, perfeita para empresas e gestores.
O que os nossos clientes estão falando no Google ?
O que nossos clientes falam sobre a nossa empresa?
Contabilidade da Pactual:
Consultoria para Seu Sucesso
A contabilidade da Pactual oferece consultoria contábil estratégica, organizando finanças e impulsionando seu crescimento com expertise.
Sua Empresa com a Pactual Contabilidade é Crescimento Garantido
O que nós oferecemos
Atendimento personalizado
Isenção de taxas
Tecnologia e praticidade
Redução de impostos
Cumprimento de prazos
Especialização em diversos segmentos
Transparência e confiança
Contabilidade que Reduz Impostos e Impulsiona Lucro
Nossa contabilidade especializada organiza suas finanças, garante conformidade e ajuda a pagar menos impostos com estratégias eficazes.
Precisa de ajuda?
solicite nosso contato
Preencha o formulário abaixo com seus dados para que possamos entrar em contato e oferecer a solução ideal para sua necessidade.
A Pactual Contabilidade
- Atendimento Personalizado
- Contadores exclusivos para o seu segmento;
- Planos de acordo com o seu perfil;
- Serviços personalizados, ágeis e seguros;

Gestor de tráfego precisa de CNPJ? Entenda como formalizar sua atividade
Você trabalha como gestor de tráfego pago, administra campanhas no Google Ads ou Meta Ads e está começando a conquistar seus primeiros clientes? Ou já atende empresas todos os meses, recebe pagamentos recorrentes e quer entender como formalizar sua atividade? Uma das dúvidas mais comuns entre esses profissionais é: gestor de tráfego precisa de CNPJ para trabalhar? A resposta depende da forma como você presta seus serviços, das exigências dos seus clientes e das obrigações legais aplicáveis à sua atividade. Embora seja possível exercer determinadas atividades como pessoa física, abrir uma empresa pode facilitar a contratação por outras empresas, a emissão de notas fiscais e a organização financeira do negócio. Entretanto, antes de abrir um CNPJ, é importante avaliar qual atividade será registrada, quais impostos poderão ser cobrados e qual formato empresarial faz sentido para a sua realidade. Neste guia, você vai entender como funciona a formalização para gestores de tráfego, quais são as alternativas ao MEI, como funciona a tributação e quais cuidados tomar antes de abrir sua empresa. 1. Gestor de tráfego precisa de CNPJ para trabalhar? Não existe uma regra geral segundo a qual todo profissional que trabalha como gestor de tráfego precise obrigatoriamente ter CNPJ apenas por exercer essa atividade. Em determinadas situações, é possível prestar serviços como pessoa física, observando as regras tributárias, previdenciárias e municipais aplicáveis. Na prática, porém, muitos profissionais optam pela formalização porque seus clientes exigem nota fiscal, precisam contratar fornecedores formalizados ou preferem manter contratos com empresas. A abertura de um CNPJ também pode ajudar a separar as movimentações financeiras pessoais das profissionais e organizar melhor as receitas e despesas da atividade. Considere dois exemplos: Exemplo 1: profissional iniciante Carlos começou a administrar campanhas de anúncios para dois pequenos negócios e ainda está avaliando se pretende transformar a atividade em sua principal fonte de renda. Ele precisa verificar como declarar os rendimentos recebidos como pessoa física e quais obrigações se aplicam ao seu caso. Exemplo 2: gestor com carteira de clientes Mariana atende seis empresas, cobra mensalidades pelos serviços de gestão de anúncios e pretende ampliar sua carteira. Como seus clientes solicitam notas fiscais, ela precisa avaliar a abertura de uma empresa e o enquadramento tributário mais adequado. Nos dois casos, a decisão deve considerar a atividade realmente exercida, o volume de receitas, os custos e as exigências dos contratantes. Importante: ter CNPJ não significa, automaticamente, pagar menos impostos. A vantagem depende de uma comparação correta entre as alternativas disponíveis. 2. Gestor de tráfego pode ser MEI? Essa é uma das principais dúvidas de quem está começando no marketing digital. O Microempreendedor Individual (MEI) possui regras simplificadas de formalização e recolhimento de tributos. Entretanto, ele não está disponível para qualquer atividade profissional. Para se formalizar como MEI, é necessário exercer uma ocupação que esteja na lista oficial de atividades permitidas e cumprir as demais condições exigidas para essa modalidade. O governo orienta que o empreendedor verifique a descrição da ocupação e confirme se ela corresponde exatamente ao trabalho realizado. Não basta encontrar um CNAE aparentemente parecido com o serviço prestado. A lista oficial pode ser consultada no Portal do Empreendedor. E quem trabalha com gestão de tráfego pago? Um profissional que configura campanhas, planeja anúncios, acompanha métricas, administra investimentos publicitários e presta serviços de publicidade precisa ter sua atividade analisada corretamente. Dependendo do trabalho realizado, podem existir diferenças entre gestão de campanhas publicitárias, promoção de vendas, consultoria de marketing e outras atividades relacionadas. Essas diferenças importam porque cada atividade possui características próprias para fins de classificação econômica e tributação. Não é recomendável escolher uma ocupação de MEI apenas porque ela parece semelhante ao trabalho de gestor de tráfego. A atividade efetivamente exercida precisa corresponder ao enquadramento escolhido. Caso a ocupação não seja permitida ao MEI, isso não significa que o profissional não possa abrir uma empresa. Existem outras formas de formalização. 3. Qual tipo de empresa um gestor de tráfego pode abrir? Quando o MEI não é uma alternativa adequada, o profissional pode avaliar outras naturezas jurídicas. A escolha deve considerar a quantidade de sócios, a estrutura do negócio, as responsabilidades assumidas e o enquadramento tributário possível. Empresário Individual (EI) O Empresário Individual exerce atividade empresarial em nome próprio, sem a constituição de uma sociedade. Essa modalidade pode ser considerada por quem pretende trabalhar sozinho, mas é importante avaliar suas características jurídicas, especialmente a questão da responsabilidade patrimonial. Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) A Sociedade Limitada Unipessoal permite constituir uma sociedade limitada com apenas um sócio. Apesar de ter um único titular, a empresa possui personalidade jurídica própria. Em regra, a responsabilidade do sócio é limitada, observadas as disposições legais e as situações excepcionais previstas na legislação. Para um gestor de tráfego que trabalha sozinho e deseja estruturar uma empresa, a SLU pode ser uma alternativa interessante. Ela permite desenvolver a atividade empresarial sem a necessidade de incluir um sócio apenas para constituir a sociedade. E o nome empresarial? O nome empresarial precisa seguir as regras aplicáveis à natureza jurídica escolhida e aos procedimentos de registro. O nome fantasia, por sua vez, pode ser utilizado para identificar comercialmente a empresa, observadas as regras pertinentes. A definição desses elementos faz parte do processo de formalização e deve ser feita de acordo com a situação de cada negócio. 4. Qual CNAE utilizar para gestor de tráfego? O CNAE é a Classificação Nacional de Atividades Econômicas utilizada para identificar as atividades desenvolvidas por uma empresa. Escolher corretamente o CNAE é uma das etapas mais importantes da abertura do CNPJ, porque a classificação influencia o enquadramento tributário, o cadastro municipal e outras obrigações relacionadas à atividade. No marketing digital, é necessário distinguir serviços que podem parecer semelhantes, mas possuem características diferentes. Por exemplo: Um profissional pode prestar apenas um desses serviços ou combinar várias atividades. Por isso, não existe um único CNAE que deva ser indicado automaticamente para qualquer pessoa que se apresente como gestor de tráfego. A classificação deve refletir os serviços efetivamente prestados, e não apenas o nome utilizado pelo profissional para divulgar

Como Saber se Sua Empresa Está Pagando Impostos a Mais?
Pagar impostos faz parte da rotina de qualquer empresa, mas você já parou para avaliar se os tributos do seu negócio estão sendo calculados corretamente? Muitos empresários acompanham o faturamento, as despesas e o saldo bancário, mas não sabem exatamente como os impostos são calculados ou se o enquadramento tributário continua adequado à realidade da empresa. Dependendo da atividade, do faturamento, da folha de pagamento e das características das operações, podem existir erros de apuração ou oportunidades legais de melhorar a eficiência tributária. O problema é que, sem uma análise adequada, o empresário pode continuar recolhendo valores incorretos ou deixar de identificar alternativas tributárias que merecem ser avaliadas. Neste artigo, você vai conhecer sete situações que merecem atenção, entender como funciona uma revisão tributária e descobrir quando procurar um contador para avaliar os impostos da sua empresa. É possível uma empresa pagar mais impostos do que deveria? Sim. Uma empresa pode recolher tributos em valores superiores aos efetivamente devidos por diferentes motivos, como erros de cálculo, classificação incorreta das receitas ou aplicação inadequada de determinadas regras tributárias. Também pode acontecer de a empresa utilizar um regime tributário que deixou de ser o mais adequado à sua realidade, embora isso precise ser demonstrado por meio de uma análise comparativa. É importante distinguir duas situações. A primeira é o pagamento indevido ou a maior. Nesse caso, pode existir um erro na apuração ou no recolhimento de determinado tributo. A segunda é a possibilidade de melhorar o planejamento tributário. A empresa pode estar pagando os impostos corretamente, mas ainda precisa avaliar se existem alternativas legais compatíveis com suas atividades e características. Essas situações não são iguais e exigem procedimentos diferentes. Por isso, antes de concluir que está pagando impostos a mais, o empresário precisa analisar a documentação fiscal, os cálculos realizados e as regras aplicáveis ao negócio. 7 situações que podem indicar a necessidade de uma revisão tributária Existem alguns sinais que justificam uma análise mais cuidadosa dos impostos da empresa. Eles não comprovam, isoladamente, que houve pagamento indevido, mas ajudam a identificar pontos que merecem investigação. 1. O regime tributário nunca foi reavaliado A escolha do regime tributário influencia a forma como os impostos são calculados e recolhidos. No Brasil, empresas que atendem aos requisitos legais podem estar enquadradas no Simples Nacional ou, conforme as condições aplicáveis, ser tributadas pelo Lucro Presumido ou Lucro Real. O problema aparece quando o empresário mantém a mesma estrutura tributária durante anos sem verificar se ela continua adequada. Uma empresa pode aumentar significativamente o faturamento, contratar funcionários, modificar suas atividades ou passar a trabalhar com margens diferentes. Essas mudanças podem alterar o resultado de uma comparação tributária. Exemplo prático: uma empresa de prestação de serviços cresceu e aumentou sua folha de pagamento. Dependendo da atividade e das regras aplicáveis, essa mudança pode influenciar o cálculo dos tributos ou a comparação entre regimes. Isso não significa que mudar de regime necessariamente reduzirá os impostos. Significa que pode ser oportuno realizar uma simulação com dados reais. 2. As receitas podem estar sendo classificadas incorretamente A forma como as receitas são identificadas e classificadas pode interferir na apuração tributária. Uma empresa pode desenvolver atividades diferentes, comercializar produtos e prestar serviços, ou receber valores sujeitos a tratamentos fiscais distintos. Quando essas receitas não são identificadas corretamente, existe o risco de aplicar regras inadequadas. No Simples Nacional, por exemplo, determinadas receitas precisam ser segregadas conforme a natureza da operação e as regras aplicáveis. Por isso, é importante verificar se a escrituração e as informações utilizadas na apuração representam adequadamente as operações realizadas. 3. Podem existir erros na aplicação das alíquotas O cálculo dos tributos depende das regras específicas de cada regime e da natureza das operações. No Simples Nacional, por exemplo, o cálculo não consiste simplesmente em aplicar uma alíquota fixa sobre o faturamento mensal. Em regra, é necessário considerar a receita bruta acumulada nos 12 meses anteriores, o anexo aplicável e as demais regras pertinentes. Dependendo da atividade, também podem existir particularidades relacionadas à segregação de receitas, ao fator R e à incidência de determinados tributos. Um erro na parametrização do sistema ou na interpretação das regras pode comprometer a apuração. A revisão deve conferir os dados informados, os critérios utilizados e os valores efetivamente recolhidos. 4. Os CNAEs não refletem adequadamente as atividades realizadas Os CNAEs identificam as atividades econômicas registradas para a empresa. É importante que o cadastro empresarial seja compatível com as atividades efetivamente exercidas. Entretanto, a análise tributária não deve se limitar ao código cadastrado: é necessário compreender a operação real e a legislação aplicável. Se a empresa começou a prestar um novo serviço ou passou a comercializar outros produtos, por exemplo, pode ser necessário revisar o cadastro e avaliar os efeitos fiscais da mudança. O objetivo não é alterar o CNAE apenas para tentar reduzir impostos, mas assegurar que o registro empresarial e a apuração tributária sejam coerentes com a atividade efetivamente desenvolvida. 5. As receitas do Simples Nacional podem não estar sendo segregadas corretamente Empresas optantes pelo Simples Nacional precisam informar corretamente suas receitas no Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional — Declaratório (PGDAS-D). Conforme a atividade e as características da receita, podem existir regras específicas para a apuração. Se todas as receitas forem informadas de maneira inadequada, o cálculo poderá não refletir corretamente a tributação aplicável. Por isso, vale conferir se os valores declarados correspondem às notas fiscais, às operações realizadas e à classificação tributária pertinente. O procedimento correto depende da atividade e das regras vigentes para cada tipo de receita. 6. Retenções tributárias e eventuais créditos não são analisados adequadamente Dependendo do regime tributário e da operação, a empresa pode sofrer retenções de tributos na fonte ou ter valores que precisam ser considerados na apuração. Se essas informações não forem tratadas corretamente, podem surgir divergências entre os valores retidos, declarados e recolhidos. Em determinadas situações, também pode existir um pagamento indevido ou a maior que justifique a análise de um pedido de restituição ou de compensação. A possibilidade

Por que minha empresa vende bem, mas o dinheiro nunca sobra? 7 causas que você precisa investigar
Sua empresa vende todos os meses, os clientes fazem pagamentos, as contas bancárias movimentam valores consideráveis, mas, quando chega o final do mês, parece que o dinheiro desapareceu? Essa situação é mais comum do que muitos empresários imaginam. O negócio pode apresentar um faturamento crescente e, ainda assim, enfrentar dificuldades para pagar fornecedores, manter as contas em dia ou realizar investimentos. O problema é que faturar bem não significa necessariamente lucrar bem. Em muitos casos, o dinheiro que entra na empresa já está comprometido com custos, despesas operacionais, impostos, compromissos financeiros e outras obrigações. Em outros, o negócio pode até gerar lucro, mas apresentar dificuldades de caixa por causa dos prazos de recebimento e pagamento. A boa notícia é que existem maneiras de investigar o que está acontecendo e identificar oportunidades de melhoria. Neste artigo, você vai conhecer sete causas que podem explicar por que sua empresa vende bem, mas não consegue fazer o dinheiro sobrar, além de descobrir quais medidas podem ajudar a melhorar os resultados financeiros. 1. Você está confundindo faturamento com lucro Uma das primeiras questões que precisam ser esclarecidas é a diferença entre faturamento, lucro e dinheiro disponível na conta bancária. Embora esses conceitos estejam relacionados, eles representam coisas diferentes. Faturamento corresponde, de forma geral, ao valor das vendas ou dos serviços prestados em determinado período, observados os critérios aplicáveis à atividade e ao reconhecimento das receitas. Lucro é o resultado positivo obtido depois de considerar os custos, as despesas e os demais componentes pertinentes à apuração do resultado. Já o saldo bancário representa o dinheiro disponível em determinada conta naquele momento. Ele não revela, isoladamente, se a empresa está lucrativa ou financeiramente saudável. Imagine uma pequena empresa de prestação de serviços com os seguintes resultados mensais ilustrativos: Descrição Valor mensal Receita de serviços R$ 30.000 Despesas com pessoal e prestadores R$ 10.000 Aluguel, sistemas e despesas administrativas R$ 4.000 Outras despesas operacionais R$ 3.000 Tributos sobre as receitas R$ 2.000 Resultado antes de outros itens não considerados R$ 11.000 Nesse exemplo simplificado, sobrariam R$ 11.000 de resultado antes de outros itens eventualmente aplicáveis, como despesas financeiras, depreciação e outros componentes não contemplados na tabela. Entretanto, isso não significa que os R$ 11.000 estarão necessariamente disponíveis na conta bancária. Parte das vendas pode ainda não ter sido recebida. A empresa também pode ter parcelas de empréstimos a pagar, investimentos em equipamentos ou outros desembolsos que não aparecem integralmente como despesas do período. O contrário também acontece: uma conta bancária pode apresentar saldo positivo mesmo quando a empresa acumula prejuízos, especialmente se houver empréstimos ou aportes dos sócios. O que fazer? Comece acompanhando mensalmente três informações: faturamento, resultado da empresa e fluxo de caixa. Essa separação permite compreender se o problema está na rentabilidade do negócio, no momento em que o dinheiro entra e sai ou em ambos. 2. Você pode estar vendendo por um preço que não cobre todos os custos Outro motivo frequente para a falta de dinheiro é a formação inadequada dos preços. Muitos empresários definem seus preços observando a concorrência, acrescentando uma margem sobre o custo de compra ou simplesmente cobrando o valor que acreditam que o cliente aceitará pagar. O problema é que o preço precisa considerar mais do que o custo direto do produto ou serviço. Dependendo da atividade, é necessário levar em conta: Imagine um comércio que vende determinado produto por R$ 100. O custo de aquisição é de R$ 55. Além disso, a venda gera R$ 10 em tributos, taxas e outros custos variáveis. Nesse cenário, restam R$ 35 antes da consideração das despesas fixas e de outros custos que ainda precisam ser cobertos. Se o empresário acreditar que ganhou R$ 45 apenas porque vendeu por R$ 100 um produto que custou R$ 55, poderá superestimar sua margem e tomar decisões equivocadas. A situação fica ainda mais delicada quando a empresa oferece descontos sem avaliar seus efeitos sobre a rentabilidade. Uma redução aparentemente pequena no preço pode comprometer significativamente o resultado, dependendo da margem original. O que fazer? Revise a formação dos preços e identifique todos os custos relacionados à operação. Depois, avalie se os preços praticados permitem cobrir as despesas e alcançar uma margem compatível com os objetivos do negócio. O contador pode ajudar a fornecer informações contábeis e tributárias relevantes para essa análise. Em situações que exigem um estudo detalhado de custos e precificação, também pode ser necessário um trabalho específico de gestão financeira. 3. Você está misturando o dinheiro pessoal com o dinheiro da empresa Esse problema é especialmente comum em pequenas empresas administradas diretamente pelos proprietários. O empresário utiliza a conta da empresa para pagar despesas pessoais, transfere dinheiro para sua conta particular sem planejamento e, quando precisa cobrir uma obrigação empresarial, utiliza recursos pessoais novamente. Com o tempo, fica difícil saber quanto o negócio realmente gera, quais despesas pertencem à operação e quanto o proprietário pode retirar sem comprometer a empresa. Imagine que um prestador de serviços tenha recebido R$ 20.000 em determinado mês. Durante esse período, ele pagou despesas empresariais, retirou dinheiro para despesas familiares e realizou algumas transferências entre contas. Ao consultar o extrato bancário, vê que o saldo diminuiu bastante. Entretanto, sem classificar corretamente as movimentações, não consegue identificar se o dinheiro foi consumido por despesas operacionais, retiradas pessoais ou outros compromissos. Essa falta de clareza prejudica as decisões financeiras. É importante destacar que a retirada de recursos pelo sócio não tem necessariamente a mesma natureza de uma despesa operacional. Pró-labore, distribuição de lucros, reembolsos e outras movimentações precisam receber o tratamento contábil e tributário adequado a cada situação. Como organizar as finanças pessoais e empresariais? Algumas medidas ajudam a estabelecer uma separação mais clara: Separar as finanças não é apenas uma questão de organização: é uma condição importante para compreender a rentabilidade e preservar a saúde financeira da empresa. 4. Sua empresa não controla adequadamente o fluxo de caixa Uma empresa pode apresentar vendas expressivas e até registrar lucro, mas enfrentar dificuldades para pagar as contas no vencimento. Isso
- Perguntas Frequentes
Se você ainda tem dúvidas, certamente nós temos todas as respostas
Separamos algumas questões que podem te ajudar. Caso ainda tenha dúvida, entre em contato conosco
contato@pactualcontabilidade.com.br
O que a Pactual Contabilidade oferece?
Oferecemos serviços de contabilidade, consultoria tributária, consultoria contábil e auditoria, personalizados para pet shops, indústrias, área da saúde, e-commerces, bares e restaurantes e empresas de médio porte. Nosso foco é organizar suas finanças e impulsionar seu crescimento.
Quem pode contratar a Pactual Contabilidade?
Atendemos negócios de diversos portes e setores, como donos de pet shops, gestores de indústrias, profissionais da saúde, empreendedores de e-commerce, proprietários de bares e restaurantes e empresas de médio porte que buscam soluções financeiras práticas e estratégicas.
Como a Pactual pode ajudar meu negócio a pagar menos impostos?
Analisamos sua operação e identificamos oportunidades legais de redução de carga tributária, ajustando seu enquadramento fiscal e aproveitando benefícios específicos para seu segmento, seja ele saúde, e-commerce ou outro.
Qual é a diferença entre contabilidade e consultoria contábil?
A contabilidade cuida das obrigações diárias, como livros fiscais e folha de pagamento. Já a consultoria contábil vai além, oferecendo planejamento financeiro e estratégias para melhorar seus resultados, adaptadas ao seu negócio.
Quanto tempo leva para começar a trabalhar com a Pactual?
Após o primeiro contato, avaliamos suas necessidades em até 48 horas e iniciamos o processo de transição ou implementação. O prazo exato depende da complexidade do seu negócio, mas nosso objetivo é agilidade.
A Pactual Contabilidade atende empresas de outros estados?
Sim! Prestamos serviços em todo o Brasil, com atendimento remoto eficiente e suporte adaptado às particularidades fiscais de cada região.
Meu negócio é pequeno. Ainda assim vale a pena contratar vocês?
Com certeza! Atendemos desde pequenos pet shops e restaurantes até indústrias e empresas de médio porte. Personalizamos nossos serviços para que você tenha o suporte certo, sem pagar por algo que não precisa.
Como faço para solicitar um orçamento?
Entre em contato pelo nosso site, telefone ou e-mail. Vamos entender suas necessidades e enviar uma proposta sob medida em até 24 horas.
A Pactual Contabilidade trabalha com auditorias?
Sim, realizamos auditorias detalhadas para garantir a transparência e a conformidade do seu negócio, identificando pontos de melhoria e reduzindo riscos financeiros.
Quais documentos preciso fornecer para começar?
Geralmente, pedimos documentos básicos como contrato social, faturamento recente e últimas declarações fiscais. Após a análise inicial, informamos se algo mais é necessário.